Podemos dividir as filosofias a respeito da mente em duas categorias (ALMEIDA, 2017, pg. 42,43):
-Dualismo: a existência da mente não depende daquilo que é físico, a mente seria algo imaterial. Esta vertente não pode explicar como se dá a interação entre o físico e o material (por exemplo: como que a mente age sobre o corpo?);
-Materialismo (teorias reducionistas): o físico possui tudo o que é mental;
Dentre as duas possibilidades, a que mais faz sentido é o materialismo, pois o dualismo violaria o princípio da conservação de energia, já que algo não físico geraria algo efeitos físicos como sinais cerebrais.
A questão dos universais refere-se às palavras que expressam propriedades que podem fazer parte de diversos objetos (universalmente) e não apenas a um objeto específico, por exemplo: curvo, vermelho, certo, etc. Para este tema também temos divisões na filosofia (ALMEIDA, 2017, pg. 43,44)
- Nominalismo: nos diz que os universais são palavras que não têm correspondência com qualquer realidade;
- Conceitualismo: nos diz que os universais surgem da mente quando descarta as diferenças entre as coisas e considera suas semelhanças;
- Realismo: este ramo divide-se em mais dois eixos:
- Realismo radical: afirma que os universais existem de fato e que sua existência não depende coisas existentes;
- Realismo moderado: afirma que a existência dos universais depende daquilo a que se referem.;
As teorias matemáticas totalmente abstratas, independentes dos sentidos, seriam incompatíveis com a visão geral do "método científico" que apregoa o empirismo (experimentos). A corrente filosófica do "objetivismo" nos diz que a realidade existe independentemente da consciência, os sentidos nos fazem ter contato com a realidade. (ALMEIDA, 2017, pg. 54, 216 apud Ayn Rand(1905-1982)).