sábado, 27 de março de 2021

L3: TARSKI

 TARSKI 1901-1983

(HAACK, 2002, p.)

A CONCEPÇÃO SEMÂNTICA DA VERDADE - ALFRED TARSKI - EDITORA UNESP, 2007- SÃO PAULO.

"A teoria de Tarski tem sido, ultimamente, com grande probabilidade, a teoria da verdade mais influente e mais amplamente aceita" (HAACK, 2002, p.143).

    Ao lado de Aristóteles, Frege e Gödel, Tarski é considerado um dos quatro maiores lógicos de todos os tempos de acordo com Mortari e Dutra na introdução da tradução portuguesa dos textos clássicos de Tarski. Ele não obteve sucesso no tratamento da questão a respeito da formalização da linguagem natural e deixa claro que seus métodos devem ser encarados de forma restrita às linguagens artificiais-formais (TARSKI, 2007, p.12, 166). Além disso, apresenta um ceticismo quanto ao poder de sua teoria para a abordagem de questões epistemológicas que seriam, grosso modo, o estudo da teoria do conhecimento científico, o mesmo pode ser dito para as ciências empíricas (experimentais). 

    Tarski defende que sua teoria deve ser encarada como algo neutro em relação às concepções de mundo e de linguagem, porém, em seu artigo "O estabelecimento da semântica científica", ele se aproxima de uma proposta de linguagem fisicalista (ou seja: ligada à uma concepção de mundo) como linguagem geral da ciência (TARSKI, 2007, p.11, 13, 190). Esta aparente contradição não aparece sozinha no repertório de Tarski, de fato, inicialmente, ele estabelece a seguinte definição denominada "esquema T": 

  'x' é uma sentença verdadeira <=> x

Por exemplo: 'a neve é branca' é uma sentença verdadeira <=> a neve é branca, o lado esquerdo da equivalência deve ser visto como um nome ou uma referência/representação de algo (TARSKI, 2007, p.217), o lado direito diz respeito ao algo em si. Quine concorda que colocar uma expressão entre aspas indica uma representação desta expressão, da qual não faria parte (HAACK, 2002, p. 203). Poderíamos imaginar isto como uma função com domínio na linguagem natural e contradomínio na realidade, seria uma forma de interpretar a verdade de forma correspondencial (como correspondendo à realidade). Novamente, isto contraria sua alegação de que sua teoria deva ser encarada como neutra em relação às concepções de mundo - Popper sustentou este ponto de vista (TARSKI, 2007, p.14) - Parece que Tarski não quis assumir que seu "esquema T" não passava de uma definição correspondencial de verdade com o intuito de angariar ou alegar originalidade, dado que que Bertrand  Russell (em "A filosofia do atomismo lógico") e Wittgenstein (no "Tractatus") (HAACK, 2002, p.160) defendiam esta concepção, isto tudo fica evidenciado quando ele diz:

"Gostaríamos que nossa definição fizesse justiça às intuições que seguem a concepção clássica aristotélica da verdade(...)"(TARSKI, 2007, p.160) - Ver p.187 como acréscimo.

Ele ainda sustenta que toda equivalência da forma do "esquema T" pode ser considerada uma definição parcial de verdade e que a definição geral deveria ser uma conjunção de todas as definições parciais (TARSKI, 2007, p.163 e HAACK, 2002, p.149), logo, tendo isto em mente, somos levados a questionar a utilização de variáveis em sua definição, ela não indicariam esta conjunção de forma automática? próprio Tarski argumenta que uma definição conjuntiva seria impossível devido ao número de definições parciais poder ser infinito.

Quando confrontado a respeito da pretensa neutralidade de sua teoria, Tarski chegou a dizer que ela funcionava perfeitamente para linguagens formalizada e que, portanto, pouco importava se ela estivesse ou não relacionada com a noção comum de verdade, podendo até utilizar o termo "ferdadeiro" para sua teoria (TARSKI, 2007, p.16). Este episódio estranho nos faz imaginarmos uma situação na qual uma pessoa perguntasse para Tarski: "Tua teoria é verdadeira ou falsa?", então ele se veria num dilema, pois qualquer resposta que ele desse o faria adotar uma concepção comum de verdade, deixemos que o próprio Tarski nos fale mais a respeito de suas ideias: 

"Pois, embora o significado da expressão 'sentença verdadeira', na linguagem coloquial, pareça ser bem claro e inteligível, todas as tentativas de definir tal significado com mais precisão foram até hoje infrutíferas(...). Não é a intenção aqui fazer uma análise completa e detalhada do significado do termo 'verdadeiro' em uso na vida cotidiana" (TARSKI, 2007, p.20)

"No parágrafo 1°, o objeto de nossa discussão é a linguagem coloquial. A conclusão final é totalmente negativa. Nessa linguagem, parece impossível definir a noção de verdade e até mesmo aplicar tal noção de maneira consistente e concordante com as leis da lógica (...). Para as linguagens desse grupo (linguagens mais ricas), jamais seremos capazes de construir uma definição correta da noção de verdade." (TARSKI, 2007, p.21)

"A tentativa de estabelecer uma definição estrutural do termo 'sentença verdadeira' - aplicável à linguagem natural - é confrontada com dificuldades insuperáveis." (TARSKI, 2007, p.31)

Estas frases de Tarski refletem o fato de não termos que esperar muito desta teoria no que se refere à linguagem natural, apesar do fato dela abranger, gerar e poder explicar as linguagens formalizadas. Ele mesmo utiliza a linguagem cotidiana para explicar sua teoria em seus artigos. Tarski assume que sua análise é incompleta e não detalhada no contexto da "vida cotidiana", seu fracasso fica evidenciado pelas seguintes passagens:

"(...)abandono agora a tentativa de resolver nosso problema para a linguagem cotidiana e restrinjo-me, daqui em diante, inteiramente às linguagens formalizadas. Estas podem ser aproximadamente caracterizadas como linguagens artificialmente construídas nas quais o sentido de toda expressão é univocamente determinado por sua forma."(TARSKI, 2007, p.33).

"(...) todas as tentativas de caracterizar esse significado (da semântica) de maneira geral e exata fracassaram." (TARSKI, 2007, p.165)

Parece ter sido uma grande decepção, pois o próprio Tarski reconhece que a linguagem natural tem caráter universal em contraste com as linguagens formais-artificiais (TARSKI, 2007, p.32, 35, 217). Ele parece ter sido influenciado pelos trabalhos de Gödel e Russell ao acreditar que os paradoxos que ocorrem na linguagem cotidiana o impediram de trabalhar com ela: as linguagens universais seriam inconsistentes por natureza, logo deveríamos restringir-nos às linguagens construídas de forma artificial, sendo estas livres de inconsistências. Acredito que ele tomou o caminho mais direto, dada a crescente influência contemporânea dos trabalhos de Kurt Gödel, ele simplesmente disse que qualquer tentativa de abarcar -teoricamente- todas as linguagens imagináveis ou construtíveis estaria condenada a falhar (TARSKI, 2007, p.78), penso que a simples menção às antinomias (paradoxos) seja algo insuficiente para sustentar esta perspectiva (MOTA, 2020a), mas novamente parece que ele muda de ideia:

"Quem quer que deseje apesar de todas as dificuldades, perseguir a semântica da linguagem coloquial com o auxílio de métodos exatos será levado primeiro a empreender a tarefa ingrata de uma reforma dessa linguagem. Ele achará necessário definir sua estrutura, superar a ambiguidade dos termos que ocorrem nela e, finalmente, dividir a linguagem em uma série de linguagens de cada vez maior extensão, cada uma das quais está na mesma relação para a próxima na qual uma linguagem formalizada está com sua metalinguagem. Pode-se, contudo, duvidar se a linguagem da vida cotidiana, depois de ter sido 'racionalizada' dessa maneira, iria ainda preservar sua naturalidade e se ela não iria, ao invés disso, tomar aspectos característicos das linguagens formalizadas" (TARSKI, 2007, p.137).

"(...) a metalinguagem deve conter a linguagem objeto como uma parte sua" (TARSKI, 2007, p.170)

Nesta passagem, Tarski se contradiz novamente ao considerar a possibilidade de tratar a linguagem natural de forma "exata", algumas pessoas argumentaram que a limitação da definição de verdade de Tarski constituiria um ponto fraco, pois "verdadeiro-em-L" seria inferior a "verdadeiro", tanto é que uma mesma frase pode ser verdadeira em uma linguagem e falsa ou sem sentido em outra, portanto a definição de Tarski não é absoluta, mas apenas relativa (HAACK, 2002, p.123, 161, 162). Novamente, podemos perceber a herança de Russell que propôs sua teoria dos tipos basicamente com o intuito de evitar paradoxos. Em resumo, esta teoria nos diz que há uma hierarquia de tipos, isto influenciou os trabalhos de Gödel e Tarski que adaptaram esta ideia com a noção de metalinguagem que nada mais é do que uma hierarquia de linguagens:

"As pessoas não se deram conta de que a linguagem da qual falamos não precisa coincidir, de forma alguma, com a linguagem na qual falamos. Fez-se a semântica de uma linguagem na própria linguagem e, de modo geral, procedeu-se como se houvesse apenas uma linguagem no mundo. A análise das antinomias (paradoxos) mencionadas mostra, ao contrário, que os conceitos semânticos simplesmente não têm lugar na linguagem à qual eles se relacionam, que a linguagem que contém sua própria semântica e na qual valem as leis usuais da lógica, inevitavelmente deve ser inconsistente". (TARSKI, 2007, p.150).

Tarski inicia sua fala utilizando a linguagem na qual falamos para falar a respeito da linguagem da qual falamos (outra atitude contraditória), em seguida critica o ato de tomarmos a semântica (significados) de uma linguagem dentro dela mesma e, novamente, sustenta esta posição apenas sobre a questão dos paradoxos. Kripke (1975) propôs uma teoria da verdade derivada da de Tarski, com a intenção de dar conta dos paradoxos (HAACK, 2002, p.128, 129), já que ele suas ideias derivam de Tarski, pelos problemas aqui apresentados, o mais correto é desconsiderar seus estudos, o mesmo pode ser dito a respeito de Davidson (outro discípulo de Tarski) que discordava dele sobre não ser possível formalizar a linguagem natural (HAACK, 2002, p.148). Vejamos como Tarski tenta contornar esta questão:

"A descrição de uma linguagem é exata e clara apenas se ela é puramente estrutural, ou seja, se empregamos nela somente os conceitos relacionados com a forma e o arranjo dos signos e expressões compostas da linguagem". (TARSKI, 2007, p.151).

Aqui vemos uma postura tradicional da lógica que é desprezar o contexto das expressões da linguagem, tomando em consideração apenas sua "forma" que são fórmulas produzidas a partir de um alfabeto restrito composto por conectivos lógicos, variáveis, constantes, quantificadores etc. Este trecho descreve bem o que seriam linguagens formalizadas.

"O próprio fato de ter sido possível definir os conceitos semânticos, pelo menos para linguagens formalizadas, de maneira correta e adequada parece ser não inteiramente sem importância do ponto de vista filosófico." (TARSKI, 2007, p.155).

Podemos reparar uma insinuação para a filosofia, será que Tarski temeu uma rejeição por parte da matemática ou da lógica? Apesar disto, ele apresenta uma postura de desdém em relação a filosofia e aos filósofos:

"No que diz respeito ao termo 'proposição', seu significado é notoriamente um assunto de longas disputas de vários filósofos e lógicos, e parece nunca ter sido tornado inteiramente claro e não ambíguo". (TARSKI, 2007, p.159)

"A palavra 'verdadeiro', como outras palavras de nossa linguagem cotidiana, certamente não está isenta de ambiguidade. E não me parece que os filósofos que discutiram esse conceito tenham ajudado a diminuir sua ambiguidade.(...) Contudo, todas essas formulações podem levar a várias confusões, pois nenhuma delas é suficientemente precisa e clara(...). De qualquer modo, nenhuma delas pode ser considerada uma definição satisfatória de verdade." (TARSKI, 2007, p.160, 161)

Concordo com estas opiniões, pois os filósofos utilizam a linguagem natural sem tê-la entendido completamente, sem ter mergulhado em suas estruturas mais profundas, mas acredito que Tarski deveria se incluir nesta descrição. Em contraste com este cenário caótico, de acordo com a TNL temos:

y é uma proposição = x>.iy, x>.i(x°.i(.y ou °.y);

y é verdadeiro = .y;

"Espero que nada do que aqui é dito seja interpretado como uma alegação de que a concepção semântica da verdade seja a concepção 'certa' ou, de fato, a única possível. Não tenho a mínima intenção, de forma nenhuma, para aquelas discussões sem fim, frequentemente ardentes, sobre o tema: 'Qual é a concepção certa de verdade?'. Devo confessar que não entendo o que está em questão em tais disputas, pois o próprio problema é tão vago que nenhuma solução definitiva é possível.(...) Disputas desse tipo não estão de modo algum restritas à noção de verdade. Elas ocorrem em todo domínio no qual - em vez de uma terminologia exata e científica - a linguagem comum, com sua vaguidade e ambiguidade é usada. E elas são sempre destituídas de significado e, portanto, vãs. (...) Especificamente a respeito da noção de verdade é, sem dúvida, o caso que em discussões filosóficas- e talvez também no uso cotidiano - podem ser encontradas algumas concepções incipientes dessa noção, que diferem essencialmente da concepção clássica (da qual a concepção semântica é apenas uma forma modernizada). De fato, várias concepções desse tipo foram discutidas na literatura, por exemplo, a concepção pragmática, a teoria da coerência etc."(TARSKI, 2007, p.179, 180)

Organizarei esta fala com 3 questões:

1) Tarski nos diz, conforme fizemos citação à página 155, que via certa relevância em seus estudos para a filosofia. Por acaso ele não mantém a coerência? Ele não disse que não tinha nenhuma pretensão deste tipo?

2) Em seguida, afirma que não vê sentido em buscar uma concepção correta do conceito de verdade, mas, de acordo com Haack (2002, p. 163, 164) o mesmo pode ser dito do fornecimento de um critério de verdade ou da aplicação de sua teoria às ciências empíricas. Ele condena o uso da linguagem comum afirmando que suas disputas são sempre destituídas de significado e vãs. Acaso ele não faz uso da linguagem comum durante este desabafo? Dizer que tais discussões são "sempre" vãs não condenaria a motivação de seu trabalho?

3) Ele afirma que sua concepção de verdade não passa de uma versão "modernizada" da versão clássica. Ora, isto não seria outra incoerência dado que ele alegou que sua teoria deveria ser vista como algo neutro em relação às concepções de mundo (vide citação da página 14)?

"Parece-me que nenhuma dessas concepções foi até agora colocada de forma inteligível e inequívoca. Isso, contudo, pode mudar. Pode chegar o momento em que nos encontraremos diante de diversas concepções de verdade, incompatíveis mas igualmente claras e precisas. Tornar-se-á, então, necessário abandonar o uso ambíguo da palavra 'verdadeiro' e, em seu lugar, introduzir diversos termos, cada um para denotar uma noção diferente. Pessoalmente, não me sentiria magoado se um congresso mundial futuro de 'teóricos da verdade' decidisse - por maioria de votos - reservar a palavra 'verdadeiro' para uma das concepções não clássicas, e sugerisse uma outra palavra digamos 'ferdadeiro', para a concepção aqui considerada. Mas não posso imaginar que alguém possa apresentar argumentos fortes de que a concepção semântica esteja 'errada' e deva ser inteiramente abandonada.(...) As objeções específicas que foram levantadas contra minhas investigações podem ser divididas em diversos grupos, cada um será discutido separadamente.(...) Contudo, duvido muito que alguma delas possa ser considerada seriamente." (TARSKI, 2007, p.181)

Neste momento, Tarski demonstra um receio dos rumos que o estudo da verdade tomarão, isto fica evidente quando ele considera a possibilidade de sua teoria ser, ao menos, parcialmente abandonada, além disso, sua postura de menosprezo em relação às críticas contrasta com sua atitude em classificá-las e respondê-las.

"Algumas pessoas insistiram, portanto, que o termo 'verdadeiro', no sentido semântico, pode sempre ser eliminado, e que por essa razão a concepção semântica da verdade é completamente estéril e inútil. E uma vez que as mesmas considerações se aplicam a outras noções semânticas, tem-se concluído que a semântica como um todo é um jogo puramente verbal e, no melhor dos casos, um passatempo inofensivo". (TARSKI, 2007, p.185).

Este relato de crítica nos faz entendermos o ressentimento inicial de Tarski, mas ela tem fundamento, pois critica seu uso indiscrimidado da linguagem comum (jogo verbal). Também podemos questionar sua pretensa aversão à ambiguidade, pois o conceito de existência não seria equivalente ao conceito de verdade? O que é verdadeiro existe? O que existe é verdadeiro? A crítica se fundamenta, pois a frase "a sentença 'x' é verdadeira" poderia ser substituída simplesmente por x de acordo com o próprio "esquema T" - T de Tarski, devo ressaltar...- que estabelece tal equivalência. 

"Além disso, levantaram-se dúvidas se a concepção semântica reflete a noção de verdade em seu uso diário e de senso comum. Vejo claramente (como já indiquei) que o significado comum da palavra 'verdadeiro'- como de qualquer outra palavra da linguagem cotidiana - é em certa medida vago, e que seu uso mais ou menos flutua. Logo, o problema de conferir a essa palavra um significado fixo e exato é relativamente não especificado,e toda solução para esse problema implica necessariamente certo desvio da prática da linguagem cotidiana.(...) Apesar de tudo isso, acontece que acredito que a concepção semântica se conforme, sim, de forma bastante considerável, com o uso de senso comum - embora eu admita prontamente que possa estar enganado." (TARSKI, 2007, p.187)

Temos, novamente, uma contradição com a proclamada neutralidade de sua teoria, além disso, ao afirmar que a palavra 'verdadeiro' assim como qualquer outra palavra da linguagem cotidiana é vaga com uso flutuante (em certa medida que ele não diz qual é), surge a questão do por quê ele insiste em utilizar a linguagem cotidiana em sua análise. Aliás, como alguém pode dizer que todas as palavras são vagas? Isto é algo muito forte e parece nos remeter à uma incompreensão completa da linguagem ou a um estado mental desprovido de suas faculdades elementares. Mas ele diz "acreditar" em sua concepção... Deveríamos encarar isto como uma questão de crença assim como ele o fez? No fim ele admite que pode estar errado, novamente, devo insisto em dizer, ele comete outra incoerência com suas próprias palavra, pois, na página 181 citada, ele afirma que os questionamentos contrários a sua teoria não deveriam ser considerados seriamente.

Portanto, não fiquei de modo algum surpreso ao saber que (em uma discussão dedicada a esses problemas), em um grupo de pessoas que foram ouvidas, apenas 15% concordaram que 'verdadeiro' significa para elas 'concordar com a realidade', enquanto 90% concordaram que uma sentença tal como 'está nevando' é verdadeira se, e somente se, está nevando." (TARSKI, 2007, p.188)

Aqui Tarski tenta legitimar sua concepção "perguntando para as pessoas" o que elas achavam, devemos reparar que 5% das pessoas disseram que as duas concepções são equivalentes. Mas é claro que detalhes de como tal pesquisa foi feita não foram disponibilizados, acredito que as pessoas tenham sido obrigadas a escolher apenas uma das duas alternativas e que estes 5% insistiram que eram equivalentes, apesar do provável lobby feito a favor de uma delas. 

"Ouvi a informação de que a definição formal da verdade não tem nada a ver com o 'problema filosófico da verdade'. Contudo, ninguém nunca me indicou, de forma inteligível o que exatamente é ess problema. Fui informado, a esse respeito, que minha definição, embora enuncie condições necessárias e suficientes para uma sentença ser verdadeira, não apreende realmente a 'essência' desse conceito. Uma vez que nunca fui capaz de entender o que é a 'essência' de um conceito, devo ser desculpado por não discutir mais esse ponto. De modo geral, não acredito que haja uma tal coisa como 'o problema filosófico da verdade'(...)" (TARSKI, 2007, p.188).

Neste aspecto concordo com Tarski em sua crítica a respeito da filosofia, de fato, ela não possui um encadeamento lógico nem dispõe de uma organização clara ou proposta sistemática de questões em aberto, aliás, nem creio ter tal objetivo ou capacidade. Quanto à questão da palavra 'essência', sua etimologia está relacionada com o verbo ser (em latim 'esse'), que indica aquilo o que as coisas são, sinceramente não vejo nenhuma dificuldade em entender ou mitificar este termo simples. Portanto, quando Tarski diz que nunca foi capaz de entender o significado do que seria a 'essência de um conceito', a melhor resposta possível seria dizer-lhe que 'é aquilo que o conceito é'.

"A concepção semântica da verdade foi acusada diversas vezes de envolver certos elementos metafísicos." (TARSKI, 2007, p.180).

"A questão toda depende obviamente do que se entende por 'metafísica'. Infelizmente, essa noção é extremamente vaga e equívoca. Ao se acompanharem  discussões a esse respeito, às vezes, tem-se a impressão de que o termo 'metafísico' perdeu qualquer significado objetivo, e que é usado apenas como um tipo de injúria filosófica profissional. Para alguns, a metafísica é uma teoria geral dos objetos (ontologia) - uma disciplina a ser desenvolvida de forma puramente empírica e que difere de outras disciplinas apenas por sua generalidade- Não sei se tal disciplina realmente existe(...). Para a maioria, contudo, o termo 'metafísico' é utilizado em oposição direta  - em um sentido ou outro - a empírico." (TARSKI, 2007, p.191).

Também concordo com ele neste sentido, isto reflete o que foi discutido acima, pois a filosofia não define seus termos de forma exata e, de acordo com uma corrente ou outra, pode até apresentar versões incompatíveis de ideias, mas pode ser encarada como um tipo de esboço e levantamento de hipóteses informais sobre determinados assuntos.

"Falando de forma mais séria, não desejo negar que o valor do trabalho de um homem possa ser aumentado por suas aplicações na pesquisa e na prática de outros. Entretanto, acredito ser prejudicial ao progresso da ciência medir a importância de qualquer pesquisa exclusiva ou prioritariamente em termos de sua utilidade ou aplicabilidade". (TARSKI, 2007, p.201).

"De modo mais específico, iremos nos concentrar exclusivamente no significado do termo 'verdadeiro' quando usado com referência a sentenças. Este era, presumivelmente, o uso original na linguagem humana. Sentenças são aqui tratadas como objetos linguísticos como certas sequências de sons ou signos escritos. (Obviamente, nem toda sequência desse tipo é uma sentença). Além disso, quando falarmos de sentenças, deveremos ter sempre em mente aquilo que, em gramática, são chamadas sentenças declarativas e não sentenças interrogativas ou imperativas." (TARSKI, 2007, p.204).

"Algumas outras concepções e teorias da verdade, tais como a concepção pragmática e a teoria da coerência, são discutidas na literatura filosófica moderna. Estas concepções parecem ser de caráter exclusivamente normativo e têm pouca conexão com o uso real do termo 'verdadeiro'. Nenhuma delas foi até agora formulada com um bom grau de clareza e precisão. Neste artigo, essas concepções e teorias não serão discutidas.(...) Tentaremos aqui obter uma explanação mais precisa da concepção clássica de verdade, uma explanação que possa superar a formulação aristotélica e que preserve, ao mesmo tempo, suas intenções básicas." (TARSKI, 2007, p.205) 

Quando Tarski nos diz que a importância de uma pesquisa não deve se fundamentar em sua utilidade ou aplicabilidade, creio que ele responde às críticas que afirmam que sua concepção não passa de algo equivalente ao correspondencialismo, ele admite isto na página 205 ao nos dizer que ele conserva as intenções básicas da formulação aristotélica (que é correspondencial), mas nos diz que o objetivo era explaná-la de uma forma melhor, apesar dele considerá-la insatisfatória Haack (2002, p. 159, apud TARSKI, 1944, p. 54).
Concordo com as críticas que ele faz contra outras "definições" modernas de verdade, de acordo com Haack (2002, p. 156, apud BLACK, 1948, p. 260), a neutralidade de Tarski com respeito a tais teorias de verdade divergente é o bastante para evidenciar sua falta de relevância.Outro ponto interessante aqui é que ele admite, mais uma vez, o caráter de incompletude de seu trabalho, pois desconsidera sentenças interrogativas e imperativas, além disso, podemos limitar ainda mais o escopo de seu trabalho ao considerar que ele ignora os problemas gerados por sentenças que contém dêiticos como "eu" e "agora" (HAACK, 2002, p.160). 

"Quando falamos alguma coisa acerca de um objeto, usamos sempre o nome desse objeto e não o próprio objeto, mesmo quando lidamos com objetos linguísticos". (TARSKI, 2007, p.207).

Aqui há uma reflexão a respeito do 'esquema T' ('p' é verdadeira <=> p). Este pensamento está correto, mas poderíamos tomá-lo de forma extrema, pois p já é um nome que indica um objeto, logo não é o objeto em si (a não ser que estejamos nos referindo à letra p). desta forma, poderíamos descartar o lado esquerdo da equivalência do esquema T ('p' é verdadeira) e dizermos apenas p, por exemplo, ele mesmo discute (TARSKI, 2007, p.215) que, ao invés de dizer que 'é verdadeiro que todos os gatos são pretos', podemos dizer simplesmente que 'todos os gatos são pretos'.

"Ao tentar preparar uma lista completa das sentenças em português (original inglês), deparamo-nos de início com a dificuldade de as regras da gramática portuguesa não determinarem com precisão a forma das expressões (sequências de palavras) que devam ser contadas como sentenças.(...) Além disso, o conjunto de todas as sentenças em português é, ao menos potencialmente, infinito. (...) Dessas observações, não se deduz que a desejada definição de verdade para sentenças quaisquer em português não possa, por alguma outra via, ser obtida - quem sabe, talvez, usando outra ideia. Entretanto, existe uma razão mais séria e fundamental que parece eliminar tal possibilidade. Mais que isso, a mera suposição de que um uso adequado do termo 'verdadeiro' (com referência a sentenças quaisquer em português) foi assegurado por qualquer método parece levar a uma contradição. O argumento mais simples que fornece tal contradição, conhecido como antinomia do mentiroso (...)". (TARSKI, 2007, p.211).

"O aparecimento de uma antinomia é, para mim, sintoma de uma doença (...) sempre que isso acontece, temos de submenter nossos modos de pensar a uma completa revisão: rejeitar algumas premissas nas quais acreditávamos..." (TARSKI, 2007, p.214).

Nesta parte vemos uma crítica que, de fato, faz sentido quanto à gramática, pois ela nos fornece uma descrição insatisfatória em vários sentidos (MOTA, 2020). Vemos, novamente, que Tarski lança mão do paradoxo do mentiroso para sustentar seu ponto de vista, discordo de sua abordagem, pois comparar paradoxos com doenças parece impedir um tratamento mais sério da questão, e foi o que ele fez de fato quando evitou este problema contornando-o ao invés de enfrentá-lo.
 
"(...) não tenho em mente qualquer coisa essencialmente oposta às linguagens naturais. Pelo contrário, as únicas linguagens formalizadas que parecem ter real interesse são aquelas que constituem fragmentos de linguagens naturais (...) ou aquelas que podem ao menos ser traduzidas adequadamente em linguagens naturais (...) A metalinguagem deve ser suficientemente rica, devendo, em particular, incluir a linguagem-objeto como parte." (TARSKI, 2007, p.219).

Já vimos que Tarski coloca a linguagem natural como universal, portanto faz sentido dizer que as linguagens formalizadas são meros fragmentos da linguagem natural. Portanto, de acordo com estas premissas, a metalinguagem "maximal" deveria ser justamente a linguagem natural, pois ela incluiria todas as linguagens artificiais, até mesmo aquelas que, aparentemente, são ininteligíveis podem ser traduzidas em linguagem natural.

"A antinomia do mentiroso apareceu inicialmente em nossa discussão como uma força maligna de grande poder destrutivo, tendo nos compelido a abandonar todas as tentativas de aclarar a noção de verdade para linguagens naturais. Tivemos que restringir nossos esforços a linguagens formalizadas do discurso científico. Como salvaguarda contra um possível reaparecimento da antinomia, tivemos de complicar consideravelmente a discussão, fazendo a distinção entre uma linguagem e sua metalinguagem. Em sequência, entretanto, no novo e restrito cenário, conseguimos subjugar essa energia destrutiva e utilizá-la para propósitos pacíficos e construtivos. A antinomia não apareceu, mas sua ideia básica foi usada para estabelecer um resultado metalógico importante e de amplas implicações". (TARSKI, 2007, p.232).

Este ponto de vista toma o paradoxo do mentiroso como algo místico. Foi, justamente, sua incompreensão que gerou a complicação citada e a limitação imposta arbitrariamente. Tarski compara o paradoxo a uma força maligna e a uma energia destrutiva e nos diz que ela foi subjugada, mas como isto é possível se ele simplesmente utilizou-se de subterfúgios que possibilitaram evitá-la? Fica evidenciado, por suas próprias palavras, que ele contornou a situação e tentou divagar a respeito de propósitos "pacíficos e construtivos". Infelizmente ele não está vivo para se posicionar, mas acredito que a comunidade matemática deva refletir seriamente sobre tais pensamentos e construções mal embasadas, pois estas acabam inserindo-se, sorrateiramente, dentro daquilo que deveria ser exato.

"Com respeito à clareza de seu conteúdo, o conceito comum de consequência de modo algum é superior a outros conceitos da linguagem cotidiana. Sua extensão não é precisamente delimitada, e seu uso varia. Qualquer tentativa de harmonizar todas as possíveis tendências vagas, às vezes contraditórias, que estão associadas com o uso desse conceito, certamente está condenada ao fracasso." (TARSKI, 2007, p.235).

"Eu absolutamente não sou da opinião de que, no resultado dessa discussão, o problema de uma definição materialmente adequada do conceito de consequência tenha sido completamente resolvido. Pelo contrário, vejo ainda muitas questões em aberto (...)" (TARSKI, 2007, p.244).

"A definição proposta por Carnap pode ser assim formulada:
A sentença X segue-se logicamente das sentenças da classe K se e somente se a classe constituída de todas as sentenças de K e da negação de X seja contraditória". (TARSKI, 2007, p.240).

Tarski critica o caráter vago da definição de consequência e age como uma espécie de profeta ou legislador ao dizer que todas as tentativas neste sentido estão condenadas ao fracasso. Certamente isto é algo que não condiz com o que deve ser feito no universo do conhecimento, pois trata-se de uma censura velada. Ele não esclarece suas afirmações, apenas trata esta questão de forma superficial, para uma abordagem mais séria sugiro (MOTA, 2020, P.52-54), mas, além das possibilidades matemáticas lá indicadas, uma alternativa simples seria ".x>.y". A definição de Carnap que ele cita pode ser simplificada por K=>X <=> °.(K e °X) o que é equivalente a dizer que não é possível que K ocorra e X não ocorra, trata-se de uma definição escrita de forma diferente, mas que diz a mesma coisa que a definição de implicação lógica.

De acordo com Haack (2002, p.144.), Tarski propõe uma "condição de adequação material": toda definição aceitável de verdade deve gerar todas as instâncias do esquema T ('x' é uma sentença verdadeira <=> x). O x pode ser trocado por qualquer sentença da linguagem formalizada em questão, enquanto 'x' representa o nome da sentença. Uma instância nada mais é do que um caso particular, por exemplo: 'chove' é verdadeira <=> chove. E o que seria uma "condição de adequação material" na prática? Bem, a autora nos diz que isto significa que qualquer definição de verdade, que seja materialmente adequada, deve gerar todos os "casos particulares" (instâncias de T), desta forma, o esquema T não nos daria um significado para "verdadeiro", mas apenas a extensão desta palavra - algo que se aplica a todas definições de verdade aceitáveis nestes termos. Cabe destacarmos que a palavra "material" nos remete a uma visão fisicalista do mundo (o que para mim equivale ao correspondencialismo), mas, de acordo com Haack (2002, p. 158, apud FIELD), Tarski não foi bem sucedido em reduzir a semântica a entes primitivos adequados do ponto de vista físico. Haack continua sua análise crítica e afirma (p.146) que a "condição de adequação material" não é eficaz para eliminar definições "bizarras" de verdade que seriam consistentes com o esquema T.

A CONCEPÇÃO SEMÂNTICA DA VERDADE - ALFRED TARSKI - EDITORA UNESP, 2007- SÃO PAULO.




segunda-feira, 15 de março de 2021

Teoria Tática do Futebol

INTRODUÇÃO

    Resolvi escrever este livro devido ao deserto cognitivo que habita as "análises" futebolísticas que infestam os meios de comunicação além, é claro, do fato de que a maioria dos "treinadores" ou "técnicos" não possuem o menor nível intelectual de formação estratégica. Não os culpo, na verdade eu até entendo que a grande maioria jaz na inércia devido a um certo grau de irracionalidade, resultadismo e paixão que envolvem o esporte. A reflexão e fundamentação científica não encontram espaço num ambiente assim, a não ser por poucos que reservam parte de seu tempo para apreciar as nuances deste esporte de forma não superficial.

    Esta obra tem por objetivo fornecer a melhor tática futebolística, parece ser algo arrogante, mas não haveria sentido em propor a não ser isto, dado que simplesmente não existe uma obra de referência para a teoria tática futebolística: uma "opus magnum" do futebol. A tendência é que o tratamento seja "matemático", teórico, dado que esta é minha área de formação, minha esperança é que, ao menos, tenhamos uma formalização simbólica que permita que façamos o futebol evoluir, não só como esporte, mas também como ramo do conhecimento.

1- Simbologia utilizada;

O campo será dividido em áreas definidas por coordenadas:

a4

b4

c4

d4

a3

b3

c3

d3

a2

b2

c2

d2

a1    

b1

c1

d1

Em resumo: devemos imaginar este campo com o nosso time posicionado abaixo, o goleiro estaria entre b1 e c1. A faixa vertical do lateral esquerdo é "a", a do zagueiro central esquerdo é a "b", a do zagueiro central direito é "c" e a do lateral direito é a faixa "d". É comum ouvirmos falar de "terços" nos comentários de Tv, isto se deve ao fato de que eles dividem o campo em 3 faixas horizontais, resolvi dividi-lo em "quartos" onde a faixa 1 abriga o nosso goleiro e defesa, acredito que isto proporcionará mais proficiência no detalhamento que desejamos obter. Além disso temos também as seguintes abreviações e símbolos:

g = goleiro: ocupa b1 e c1, às vezes pode ir até a faixa 2 caso haja necessidade de interceptação ou adiantar mais o time;

l, ld, le = lateral (faixas a e d), lateral direito (faixa d) e lateral esquerdo (faixa e);

z, zcd, zce, zc = zagueiro (b2, b1, b3, a1 e a2 ou c2, c1, c3, d1 e d2 "sempre citarei as coordenadas na ordem de preferência"), zagueiro central direito (c2, c1, c3, d1 e d2), zagueiro central esquerdo b2, b1, b3, a1 e a2, zagueiro central = zcd ou zce;

v, vcd, vce, vc = volante, volante central direito, volante central esquerdo, volante central;

m, mcd, mce, mc, me, md = meio campo, meio campo central direito, meio campo central esquerdo, meio campo central, meia esquerda, meia direita; 

a, ad, ae = ala, ala direito e ala esquerdo;

p, pd, pe = ponta, ponta direita e ponta esquerda; 

a, sa, ac =  atacante, segundo atacante, atacante central;


2- Critério de escalação comportamental (Behaviorismo)

3- Critérios físicos de escalação 

4- 

3- 

sábado, 13 de março de 2021

SURA N°18 - A CAVERNA

Em Nome de Deus, O Todo-Poderoso, O Mais Misericordioso

1- O louvor pertence a Deus, Que fez descer o Livro sobre seu servo e não lhe fez desvio algum.
2- Correto, para alertar (sobre) veemente fúria da parte dEle, anunciar boas-novas aos que acreditam, aqueles que fazem o bem, que terão uma bela recompensa.
3- Nela permanecerão para sempre.
4- E para ele alertar aqueles que dizem: "Deus tomou um filho (para Si)".
5- Nem eles, nem seus antepassados têm qualquer conhecimento disso. Exagerada é a palavra que sai de suas bocas, não dizem a não ser mentiras. 
6- Então talvez você se desole, em pesar, sobre seus rastros, se não acreditaram nesta narrativa.
7- De fato, fizemos do que está sobre a terra ornamento para ela, para provarmos quais deles é melhor em obras.
8- E, realmente, faremos do que há sobre ela superfície árida.
9- Ou você pensa que os companheiros da caverna e a inscrição foram algo surpreendente dentre Nossos Sinais?
10- Quando os jovens (original criados) se abrigaram na caverna, então disseram: "Senhor Nosso! Conceda-nos misericórdia de Tua parte, e disponha, para nós, um agir correto em nossa questão."
11- Então, na caverna, lançamos (silêncio) sobre seus ouvidos (por) um número de anos.
12- Em seguida, os despertamos para conhecer qual dos dois partidos melhor calculava o tempo, em  que permaneceram.
13- Nós te relatamos a história deles com a verdade: realmente, eram jovens (original criados) que acreditavam em seu Senhor e lhes acrescentamos orientação. 
14- E revigoramos seus corações quando despertaram, então disseram: "Nosso Senhor é o Senhor dos céus e da terra, não invocaremos qualquer divindade além dEle, certamente, neste caso, teríamos dito uma blasfêmia absurda."
15- "Este nosso povo tem tomado outras divindades além dEle, por que não lhes chegam com uma evidente autoridade? Então, quem é mais injusto do que aquele que inventa mentiras acerca de Deus?"
16- "E, quando vocês se afastarem deles e daquilo que adoram ao invés de Deus, abriguem-se na caverna: vosso Senhor espalhará algo de Sua Misericórdia para vós e vos disporá apoio em vossa condição".
17- E você teria visto o sol, quando se levanta, inclinando-se da caverna deles pela direita e, quando de punha, passando por eles pela esquerda, enquanto eles estavam num espaço dela. Isto está dentre os Sinais de Deus. A quem Deus guia, então ele é o guiado e, a quem Ele desviar, você não lhe encontrará protetor, conselheiro.
18- E você pensaria que eles estavam acordados, enquanto estavam dormindo. Os virávamos para a direita e para a esquerda, enquanto o cachorro deles tinha suas patas dianteiras estendidas na entrada. Se você os descobrisse, certamente viraria as costas, fugindo deles. De fato, você teria ficado cheio de pavor deles.
19- E, de forma semelhante, os despertamos para que se interrogassem dentre eles. Um falante, dentre eles, disse: "Quanto (tempo) vocês permaneceram?" Eles responderam: "Permanecemos um dia ou parte de um dia". Disseram: "Vosso Senhor sabe melhor quanto vocês permaneceram, então enviem um de vós com esta vossa moeda de prata (raiz com significado de "folha", pode ser referência à dinheiro de papel?) à cidade. E que ele observe qual é o mais puro alimento, e que ele vos traga sustento deste. Que seja sutil e não deixe ninguém perceber-vos."
20- "De fato, se eles descobrissem sobre vocês, vos apedrejariam ou teriam feito vocês seguirem (original= repetirem) na crença deles. E vocês jamais teriam sucesso."
21- E, assim como fizemos conhecer a respeito deles, para que soubessem que a Promessa de Deus é verdadeira e que não há dúvida sobre a Hora. Quando disputaram, dentre eles, acerca de sua questão, então disseram: "Construam uma edificação sobre eles. O Senhor deles sabe melhor a seu respeito." Mas aqueles, cuja opinião prevaleceu, disseram: "Certamente, tomaremos, sobre eles, uma mesquita".
22- (Alguns) dirão: "Eram três e seu cachorro era o quarto deles". (Outros) dirão: "Eram cinco e o cachorro deles era o sexto"- tentando acertar o invisível- E (outros ainda) dirão: "Eram sete e o cachorro deles era o oitavo". Fale: "Meu Senhor sabe melhor seu número, ninguém os conhece a não ser poucos". Então não argumente a respeito deles, exceto  com um argumento evidente, e não consulte ninguém dentre eles, a seu respeito. 
23- E que você não diga a respeito de algo: "Realmente, farei isto amanhã".
24- A não ser (que diga): "Se Deus quiser". E lembre-se de Teu Senhor quando você esquecer, e diga: "Talvez meu Senhor me guie para o que é mais próximo do que isto em retidão."
25- E eles permaneceram, em sua caverna, por trezentos anos e acrescentaram-se nove.
26- Diga: "Deus sabe melhor de quanto permaneceram, a Ele pertence o invisível dos céus e da terra - Quão bem Ele vê e quão bem ele ouve! - Não tinham qualquer protetor  além dEle. E ele não partilha Seu julgamento com ninguém."
27- E recite o que te foi revelado do Livro de teu Senhor, ninguém pode alterar Suas Palavras. E você jamais encontrará refúgio algum além dEle.
28- E seja paciente com aqueles que invocam seu Senhor, pela manhã e pela noite, desejando Sua Face. E que teus dois olhos não transgridam a respeito deles, desejando o ornamento da vida mundana. E não obedeça a quem fizemos seu coração desatento de Nossa recordação, que segue suas vontades e cuja conduta é negligente.
29- E diga: "A verdade provém de vosso Senhor, então quem quiser que acredite e quem quiser que renegue. De fato, preparamos um fogo para os injustos, seu paredão (de labaredas) os envolverá e, se implorarem socorro, serão socorridos com água como trégua que escaldará suas faces. Que péssima bebida! E que péssimo lugar de repouso!"
30- Certamente, aqueles que acreditam e fazem as boas obras, de fato, não negligenciaremos a recompensa de quem faz o bem, em obras. 
31- Eles terão os jardins do Éden, abaixo deles fluem os rios, nele serão adornados com braceletes de ouro, vestirão trajes verdes de seda e de brocado, neles estarão reclinados sobre sofás. Que excelente retribuição! E que bela lugar de repouso!
32- E proponha-lhes o exemplo dos dois homens: fizemos, para um deles, dois jardins de videiras e cercamos ambos com árvores frutíferas e fizemos campos de cultivo entre ambos. 
33- Ambos jardins deram seu alimento, e nada se lhe diminuiu, e fizemos um rio emanar através de ambos.
34- E ele tinha frutos, então ele disse para seu companheiro, enquanto conversava com ele: "Sou melhor do que você em bens e mais poderoso em grupos". 
35- E ele entrou em seu jardim, sendo injusto consigo mesmo, disse: "Não penso, jamais, que este  pereça."
36- "E nem penso que a Hora irá ocorrer. E de fato, se for levado de volta a meu Senhor, encontrarei algo melhor do que isto em retorno".
37- Seu companheiro lhe disse, enquanto conversava com ele: "Você renega Aquele que do pó te criou? Em seguida, de gota seminal, depois te formou homem?"
38- "Mas, quanto a mim, (digo que) Ele é Deus, meu Senhor. E não associo ninguém a meu Senhor."
39- "E por que você, quando entrou em teu jardim, não disse: 'Seja o que Deus quiser, não existe força a não ser com Deus'. Se você me vê menos do que ti em bens e filhos".
40- Então, talvez meu Senhor conceda-me algo melhor do que teu jardim e envie sobre ele uma sentença do céu, então se tornaria superfície lisa.
41- Ou sua água  torne-se subterrânea, então você nunca seria capaz de readquiri-la." 
42- E seus frutos foram devastados, então ele amanheceu agitando as duas mãos pelo que havia gasto nele, enquanto (o jardim) era deitado abaixo sobre seus tetos. E disse: "Quem dera não houvesse eu associado ninguém a meu Senhor!"
43- E não teve grupo algum que o ajudasse além de Deus, e não foi socorrido.
44- Aí, a proteção é do Deus verdadeiro. Ele é O Melhor em retribuição e O Melhor em consequência final.   
45- E apresente-lhes o exemplo da vida mundana: é como água que fazemos descer do céu e, com ela, se mescla a vegetação da terra, então esta se torna palha que o vento dispersa. E Deus é O Mais Capaz sobre todas as coisas. 
46- As riquezas e os filhos são adornos da vida mundana, mas as boas obras duradouras são melhores em retribuição junto a teu Senhor e melhores em esperança.
47- E um dia, faremos as montanhas se moverem e tu verás a terra nivelada*. E os reuniremos, então não deixaremos nenhum deles. 
*Raiz com sentido de "apresentar", a palavra "nivelada" foi escolhida devido à possível ausência de montanhas.
48- E serão expostos em fila diante de teu Senhor: "Certamente, vocês nos chegam como vos criamos da primeira vez. Aliás, vocês pretendiam que não vos faríamos um tempo prometido.
49- E o livro virá à luz, então tu verás os criminosos aterrorizados do que há nele e dirão: "Ai de nós! Por qual motivo este livro não deixa nem coisa pequena nem grande sem enumerá-la?" E encontrarão presente aquilo que fizeram. E teu Senhor não comete injustiça com ninguém.
50- E quando dissemos para os anjos: "Apresentem-se para Adão". Então se apresentaram, exceto Iblis, ele era dos gênios e desobedeceu desafiadoramente a ordem de seu Senhor. Então, vocês tomam-no e a sua descendência por aliados ao invés de Mim? Sendo eles vossos inimigos? Que péssima troca para os injustos! 
51- Não os fiz testemunhas da criação dos céus e da terra, nem da criação deles mesmos. E não tomo os desviadores por amparo.
52- E um dia Ele dirá: "Chamem aqueles os quais vocês pretendem serem Meus parceiros". Então, eles os invocarão, mas não lhes atenderão. E faremos um vale de destruição entre eles.
53- E os criminosos verão o fogo e pensarão que nele cairão, e não encontrarão escapatória dele.
54- E, certamente, neste Alcorão justificamos algo de cada exemplo para as pessoas, mas o ser humano é briguento na maioria das vezes (literalmente "maioria das coisas"). 
55- E o que impediu as pessoas de acreditarem, quando a orientação lhes chegou, e de implorarem o perdão de seu Senhor, não foi senão lhes chegarem os procedimentos dos primeiros ou chegar-lhes a punição pela frente.
56- E não enviamos os mensageiros a não ser como portadores de boas-novas e alertadores. E os que renegam discutem usando a falsidade para, por meio dela, refutar a verdade. E eles tomaram Meus Sinais e o que lhes é alertado como algo ridículo.
57- E quem mais injusto do que aquele a quem os Sinais de seu Senhor lhes são lembrados, então deles se afasta e esquece o que suas próprias mãos anteciparam? Certamente, fizemos véus sobre seus corações, para que não o entendessem e surdez em seus ouvidos. E, se você os convocar para a orientação, neste caso, jamais se guiarão.
58- E teu Senhor é O Mais Perdoador, O Possuidor da misericórdia. Se Ele os cobrasse pelo que cometeram, de fato, Ele lhes teria apressado o castigo, mas eles terão um tempo prometido do qual não encontrarão escapatória alguma.
59- E a essas cidades destruímos quando foram injustas, e fizemos um tempo prometido para sua destruição.
60- E quando Moisés disse a seu criado: "Não cessarei até atingir a junção dos dois mares ou continuarei por um longo período."
61- E, quando ambos alcançaram a junção entre os dois, esqueceram seu peixe e ele tomou seu caminho no mar, deslizando. 
62- Então, quando ambos atravessaram, ele disse a seu criado: "Traga-nos a refeição matinal, realmente deparamos fadiga dessa nossa viagem."
63- Ele falou: "Você viu quando nos abrigamos no rochedo? Então, de fato, esqueci o peixe e não me fez esquecer de lembrar dele a não ser Satã. E, surpreendentemente, ele tomou seu caminho pelo mar."
64- Ele disse: "Isto é o que buscávamos." Então, ambos retornaram retraçando suas (próprias) pegadas."
65- Então encontraram um servo dentre nossos servos: concedemos a ele misericórdia de Nossa parte e lhe ensinamos conhecimento de Nossa parte.
66- Moisés disse-lhe: "Posso te seguir com a condição de que você me ensine algo do que te foi ensinado de retidão?"
67- Ele disse: "Certamente, você não será capaz de ter paciência comigo."
68- "E como você terá paciência sobre aquilo não abarca em informação?"
69- Ele respondeu: "Se Deus quiser, tu me encontrarás paciente e não te desobedecerei ordem alguma."
70- Ele disse: "Então, se você me seguir, não me questione sobre nada, até eu te fazer menção disso."
71- Então ambos partiram até que, quando embarcaram no barco, ele o furou. (Moisés) falou: "O furaste para afogar seus tripulantes? Realmente, fizeste uma coisa grave."
72- Ele falou: "Eu não te disse que, de fato, você não seria capaz de ter paciência comigo?"
73- (Moisés) respondeu: "Não me cobre por aquilo que esqueci e não me imponha dificuldade acima de minha capacidade."
74- Então, ambos seguiram adiante até que, quando depararam um jovem, ele o matou. (Moisés) disse: "Matastes uma alma inocente sem ter sido por outra alma*? Realmente, fizeste uma coisa terrível!"
*Para fazer justiça a um homicídio.
75- Respondeu: "Eu não te disse que, de fato, não serias capaz de ter paciência comigo?"
76- (Moisés) disse: "Se te questionar sobre qualquer coisa depois disso, não me mantenha como companhia. De fato, alcançaste uma desculpa de minha parte."
77- Então, foram adiante até que, quando chegaram aos habitantes da cidade, os dois pediram alimento a seu povo, e recusaram-se hospedá-los. Então, nela encontraram um muro que queria tombar, então ele o endireitou. Moisés disse: "Se você quisesse, certamente poderia tomar um pagamento por isto."
78- Ele respondeu: "Esta é a separação entre mim e ti. Irei te informar a respeito da interpretação daquilo sobre o que você não foi capaz de ter paciência."
79- "Quanto ao barco, pertencia aos pobres que trabalhavam no mar. Então quis danificá-lo, pois havia adiante dele um rei que tomava todo barco (inteiro) pela força."
80- "E, quanto ao jovem, seus pais eram crentes, então receamos que sobrecarregasse a ambos por transgressão e renegação."
81- "Então, desejamos que seu Senhor lhes substituísse por um melhor do que ele em pureza e mais próximo em brandura."
82- "E quando ao muro, pertencia a dois meninos órfãos na cidade. Embaixo dele havia um tesouro para ambos. E seu pai era íntegro, então teu Senhor desejou que alcançassem a maturidade e extraíssem seu tesouro, por misericórdia de teu Senhor. E não o fiz por minha ordem. Esta é a interpretação a respeito daquilo que você não foi capaz de ter paciência."
83- E te perguntam sobre o Possuidor dos dois reinos (Dzul Qarnain), diga: "Recitarei-vos uma recordação a respeito dele."
84- Certamente, Nós o empossamos na terra e concedemos-lhe um caminho para cada coisa.
85- Então, ele seguiu um caminho.
86- Até quando alcançou o lugar do pôr-do-sol, ele o encontrou pondo-se num olho de barro*, e, junto dele, encontrou uma comunidade, dissemos: "Oh Possuidor dos dois reinos! Castigue-os ou tome (reciprocamente) um bem neles."
*Acredito ser uma referência antiga ao horizonte marítimo quando o sol se põe. A água se parece com a íris e a praia com a pele das pálpebras. Outra possibilidade é a imagem distorcida que isso provoca no horizonte.
87- Ele disse: "E quanto a quem é injusto, em breve o castigaremos. Em seguida, será retornado a seu Senhor, então Ele o castigará com um terrível castigo."
88- "E quanto a quem acreditar e fizer as boas ações, terá a mais bela recompensa e lhe diremos aquilo que for fácil de nossas ordens."
89- Depois ele seguiu um caminho.
90- Até que, quando alcançou o lugar do nascer do sol, o encontrou nascendo sobre um povo para o qual não havíamos feito proteção alguma (para) além dele.
91- Assim foi. E, certamente, abrangemos o que de informação havia com ele.
92- Depois ele seguiu um caminho.
93- Até que, quando alcançou (o lugar) entre as duas barreiras, encontrou, para além delas, um povo que quase não entendia dito algum. 
94- Disseram: "Oh Possuidor dos dois reinos! De fato, Gog e Magog espalham a corrupção na terra, então poderíamos te pagar um tributo sobre a barreira que você fizer entre nós e eles?"
95- Ele disse: "Aquilo em que meu Senhor me empossou é melhor. Então, me ajudem com força que farei um obstáculo entre vocês e eles."
96- "Tragam-me lâminas de ferro." Até que, quando nivelou entre os dois lados (opostos), ele disse: "Assoprem!" Até que, quando o fez fogo, disse: "Tragam-me cobre fundido que sobre ele derramarei!"
97- Então, não foram capazes de ultrapassá-lo, nem puderam perfurá-lo.
98- Disse: "Este é uma misericórdia de meu Senhor, mas quando a Promessa de meu Senhor chegar, Ele o fará pó. E a Promessa de meu Senhor é verdadeira."
99- E, neste dia, deixaremos alguns deles se insurgirem sobre os outros. E se soprará na trombeta, então os juntaremos a todos.
100- E, neste dia, exporemos, abertamente, a Geena aos renegadores da Fé.
101- Àqueles cujos olhos estavam vendados para Minha recordação, e não foram capazes de ouvir.
102- Aqueles que renegam a Fé pensam que tomarão Meus servos por aliados além de Mim? De fato, preparamos a Geena como hospedagem para os renegadores.
103- Diga: "Informaremos vocês dos mais perdedores em obras?"
104- "São aqueles cujo esforço desvia-se na vida terrena, enquanto supõem que fazem o bem."
105- Esses são os que renegam os Sinais de seu Senhor e o deparar com Ele. Então suas obras se anularão, e não lhes consideraremos qualquer peso no Dia da Ressurreição.
106- A recompensa desses será a Geena, porque renegaram e tomaram Meus Sinais e Meus Mensageiros como (algo) ridículo.
107- Certamente, aqueles que acreditam e fazem as boas obras terão os jardins de Al-Firdals por hospedagem. 
108- Neles permanecerão, deles não buscarão mudança.
109- Diga: "Se o mar fosse tinta para as Palavras de meu Senhor, com certeza o mar se esgotaria antes que se esgotassem as Palavras de meu Senhor, mesmo se fizéssemos vir outro como ele, em suplemento.
110- Diga: "Sou apenas um mortal como vós, revela-se a mim que vosso Deus é Deus Único. Então, quem está esperando deparar seu Senhor, que faça obras corretas e não associe ninguém à adoração de seu Senhor."

quinta-feira, 11 de março de 2021

A

MINIDICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - 2015 - DERMIVAL RIBEIRO RIOS - SÃO PAUL - EDITORA DCL

a- (letra = F) ou ~pronome ou ~preposição ~artigo; 
aba- F;
abacate- F;
abacaxi- F;
abade- ~profissão, ~título;
abadessa- ~profissão, ~título, ~gênero; 
abadia- F, /l;
abafado- F;
abafar- >.F;
abaixar- F, (x>   ) onde o leitor é o observador;
                       x
abaixo- y  "x está abaixo de y, onde o leitor é o observador";
             x
abaixoassinado- i(~pessoas^x);
abalado- x.s.m ou F ou x, /l.'x>/l°.x>/l.x';
abalar-  >.s.m ou F ou /l.'x>/l°.x>/l.x';
abalizar- fazer ter marcas, balizas, medir = >.F, >.i(_x);
abalo- nome de abalar = i(abalar);
abalroar- F;
abanador- F;
abanar- F;
abancar-se- F;
abandonar- '(x>y.b), x°>y.b ou '(x>/x.y), (x°>/x.y);

abandono- i('(x>y.b), x°>y.b ou '(x>/x.y), (x°>/x.y));
abarcar- F ou /x.y;
abarrotado- x está abarrotado = x°.y, °.z, z.(>x.y) ou _x ou #x maior do que p; 
abarrotar- nome de ação de afazer algo ficar abarrotado = i(x°.y, °.z, z.(>x.y) ou _x ou #x maior do que p);
abastado- x, x.[F], _[F] maior do que p;
abastar- nome de fazer x ter _[F] maior do que p = i(>x. _[F] maior do que p);
abastecer- >x.F.b;
abastecimento = nome de >x.F.b = i(>x.F.b);
abater- >x°.F, >x.m;
abatimento- i(>x°.F, >x.m);

abdicar- '(x.[y]), x>x°.[y];
abdômen- F;
abdominal- F, (dor abdominal = F.m);
abduzir- >/l°.x, x°.(^/l°.x);
abecedário- (F = imagem, som, escrita), (i(som) = i(F));
abelha- F;
abelhudo- curioso, indiscreto, intrometido = x.(^.iy), x.i((z°=y)>y°^>z.iy) ou x°.(>x.i((z°=y)>y°^>z.iy));
abençoar- >.b ou x>y.i(x^y.b);
aberração- x é uma aberração em relação a uma característica c = _x (de c) menor do que p, x>.s.m;
aberrar- >.aberração;

aberto- x.abertura; 
abertura- F, .abertura>(.y,y.(>/x.z));
abespinhar- s.m, x°^y, .y>x.s.m;
abiscoitar- F;
abismado- s, x.i(°.y), .y>x.s;
abismar- >.s;
abismo- F, _x maior do que p;
abjeção- s.m;
abjeto- >s.m, _s.m maior do que p;
abjudicar- '(x>x.[y])>.m, z>.i>(>x°.[y]);

abjurar- '(x.i(.y), '(x.i(.y)>x.s.b), x>z.i(x.i(°.y)), #z maior do que p;
ablação- F;
ablativo- >(.>F);
ablução- F, (x>F)>x.(s.b e i(>x°.m));
abnegação- (x>x°.(^.F), x^>.b;
abnegar- >.abnegação;
abóbada- F;
abobadar- >.abóbada;
abobado- x°.(i.b ou .iy e °.y)>x°>.b;
abobar- >.x°.(i.b ou .iy e °.y);

abóbora- F;
abocanhar- F;
aboletar- dar ordem escrita ou abrigar/alojar = >x.i((x°>y)>(x.m)) ou >/l.x;
abolição- x>(y>z), y.i(y°>z>y.m), k>(x°>(y>z)), k>y.i(y°>z°>y.m);
abolir- >.abolição;
abominar- x>.i(y>x.s.m), _s maior do que p;
abominável- =y no caso acima;
abonado- x, x.abono;
abonar- >.abono;
abono- (x>y)>x.[F];

abordagem- de uma pessoa y por outra pessoa x = x>y.i(x^(y.iz ou y>z)); 
abordar- >.abordagem;
aborígene- F;
aborrecer- >.s.m;
aborrecido- s.m;
abortar- >.aborto;
aborto- F;
abotoado- .abotoadura;
abotoadura- F, .abotoadura>.(>F);
abotoar- >.abotoadura;

abracadabra- a, .i(y°.>z), x>.i(a, .a>(x.>z));
abraçar- >.abraço;
abraço- F, (x>F)>x>y.i(x^y.s.b);
abrandar- >_(x>y) menor do que p; 
abranger- .i ou .;
abrasador- x, x>.F;
abrasar- >.F;
abreviar- >.abreviatura;
abreviatura- x>.iy, >_x menor do que p, x'>.iy; 
abricó- F;
abridor- x, x>.~abertura;

abrigar- (>/l.x)>(x.b);
abril- _F;
abrilhantar- >.F ou >(x.(>.b));
abrir- >.~abertura;
abrogar- x>(y>z), y.i(y°>z>y.m), k>(x°>(y>z)), k>y.i(y°>z°>y.m);
abrupto- x.i(_(>.y)=t), _(>.y) menor do que t e menor do que p;
abrutalhado- _(x>y) maior do que p ou x>.s.m ou x>.m;
abscesso- F;
absenteísmo- i(>.~abstinência);
absinto- F;
absolutismo- .x, (x°^(y>z))>y°>z, (x^(y>z))>y>z;
absoluto- x no caso acima ou (>.y)'>(x.(>y));

absolver- (x>.m)>(x.m)', x>.m, (y°>x>.m)';
absorto- x>x.iy, °.z e z>(x°>x.iy)';
absorver- x>(x'.y);
abstêmia- x>x.abstinência, x é ~feminina; 
abstêmio- x>x.abstinência, x é ~masculino;
abster- x.[>y], x°>y ou >.abstinência;
abstinência- x.(>.m), x°>.m;
abstração- x abstrair sobre y = x>x.i(y);
abstrato- .abstração;
absurdo- >.s ou >.s.m ou (>.i(.x))>(.i(°.x));

abundância- #x maior do que p;
abundante- x, x.abundância;
abundar- >.abundância;
abrupto- _(>x) maior do que p;
aburguesar- >x.(>x.[y]), >x.[F];
abusar- >.abuso;
abusivo- x, x>.abuso;
abuso- x°^(y>z), y>z ou (y>z)>.m ou (y°.[>z], y>z); 
abutre- F;
acabado- y, .i(x>(y1, y2...yn)>(x>y)>(x>(y1, y2...yn)), x>yi>x>yi+1), x>y;

acabar- x>y, .y;
acabrunhar- >.s.m;
academia- /l, (/l.x)>(x.iy);
acadêmico- x, ~academia.x;
açafrão- F;
acalcanhar- F;
acalentar- >°.s.m ou F;
acalmar- >°.s.m, >x°.(^>y.m);
acalorar- >.F ou >.s.b;
acamado- (x.m)>(/l.x); 

acamar- (.i(x.m))>(/l.x) ou >/l.x;
açambarcar- x.[y]>x.b, z>z.[y], (x°=z)>z>(x°.[y]);
acampamento- /l, x^(/l>(y.F, y.b));
acampar- >.~acampamento;
acanalhar- >(x>m, x^>m);
acanhado- .~acanhamento;
acanhamento- s, (x.s)>x°^(y.ix, /l.x);
acanhar- >.~acanhamento;
acantonar- F;
ação- F ou >x;

acarear- acarear x e y sobre z = x.i1z, y.i2z, i1z°=i2z, k>.i(.i1z ou i2z); 
acariciar- F;
acarretar- > ou .x>.y;
acasalar- F;
acaso- (z>y)>x°.iz;
acastelar- F;
acatar- x>y.i(x^y>z)>y>z;
acautelado- x no caso abaixo;
acautelar- (x.i((x>y).(>x.m)))>(x°>y ou (x>y e (x>z).(>x°.m)); 
acavalar- >/l.x, #x maior do que p;
aceder- aumentar ou concordar = ((>x.y)>_x menor do que_x') ou (x>.i1y, z>.i(z.i1y));

aceitar- x>y.i(x^(>y.[z]), x>y.i(x^.i(y^[z] ou y°^[z]), y>x.i(y^[z])> x>y.[z];
aceitável- no caso acima z é aceitável para y;
aceite- aceitar [F], .[F]>_[F'] maior do que [F];
aceito- eu aceito ou foi aceito = (y no caso "aceitar" acima, y=~eu, y>.i(y^.[z])) ou (z no caso "aceitar");
acelerar- >.F;
acenar- >.~aceno;
acendedor- x, (y.x)>(y.(>.F), '(z>.x), '(z^.x>(>.F)); 
acender- F;
aceno- i, x>y.i(x^y.b ou x^y.iz);
acento- i(y), x.i(y)>(x.i(x>.z, z.i(y), x°>.F)>.m);

acentuação- >.~acento ou i(>.~acento);
acentuar- >.~acento;
acepção- ix, x.y>.i(y);
acerbar- >.s.m ou >_F maior do que p;
acerbo- F;
acerca- x fala acerca de y = x>.i(y);
acercar- F, >x.(/l);
acertado- y no caso ~acerto;
acertar- >.acerto;
acerto- >.b ou x^y, x.i((>z).(>.y)), (x>z)>.y;

acervo- F, _#F maior do que p;
aceso- F;
acessível- .~acesso;
acesso- x é um acesso para y = .x>z.(>z.y ou >/y.z ou >z.[y]);
acessório- x, .x>y.(>z) ou (.(x,w)>y.(>z) e .w>y.(>z) e _(yxw>z) menor do que _(yx>z));
acetinado- F;
acha- '(x^.i(/y)), x>x.i(/y) ou x.i(k) "acha algo a respeito de k, opinião";
achacar- >.i, .i>.m;
achado- y no caso acima;
achaque- F, s.m ou >.m;
achar- x^.i(/y)>x>x.i(/y) "localizar";
achatar- F, >_x menor do que p;
achegar- x se achega a y = x>/y.x e (x>/y.x)>.s.b;
achincalhar- x.i(>y.iz)>y.i(z.m ou z>.m), (x^>z.s.m)>x>y.iz; 
acidentado- x em ~acidente;
acidental- é acidental = é acidente = tem ~acidente;
acidente- (y.y>x.m)>x°^(y.y), x°.i(y.y)', y.y;
acidificar- >.F;
acidez- _F;
ácido- F;
acima- x está acima de y onde o leitor é o observador = x
                                                                                         y
acinte- y no caso abaixo;
acintoso- x.i((x>y)>z.s.m, zº^(y.y)), (x^>z.s.m)>x>y;

acionar- x>y>z ou x>y.i(x^y>z ou y>z>.b);
acionista- x, (x.[y]).(>_[y'] maior do que _[y]);
acirrar- >x.iy>x.s.m, >y.ix>y.s.m, >_s maior do que p;
aclamar- >.i(x.b), _(>.i(x.b)) maior do que p;
aclarar- >.F ou >.i;
aclimar- >.F ou (habituar = >x.i(>y);
aço- F;
acobertado- x no caso abaixo;
acobertar- F ou >/l.x>x°.m ou ('x>m, y.i('x>m)>y>x.m, z°^x.m, z>y°.i('x>m);
acocorar-se- F;

açodar- >_F maior do que F' ou (precipitar-se = (x>y, _>y maior do que p)>.m);
ações- [F] ou y, x>y;
açoitar- >.~açoite;
açoite- F>.m;
acolá- f>r.i(/l, /l°=/f, /l°/r);
acolchoado- F;
acolchoar- >.F;
acolher- >.~acolhida;
acolhida- x^(/l.x), /l.y, (/l.x)>y>x.F;
acometer- >x.m;

acomodado- x, x.i(x.[y]>x.b), (z°=y)°>x^[z];
acomodar- x>(/l.y)>x.b;
acompanhar- (x>/l.x)>(y>/l.y), ou (x>.iz)>(y.iz);
acondicionar- >/l.x>x.b ou (>.condicão = >.((.x>.y),(°.x>°.y)); 
aconchegar- >/l.x. (/l.x)>x.b;
aconselhar- x^y.b, x.i(y.iz>y.b), x>y.iz;
acontecer- fazer ter ~acontecimento = >.x;
acontecimento- ser, existir, fato = x.x ou .x;
acordado- não dormindo ou de comum acordo = F ou w e z em ~acordar;
acórdão- F>.i((x>y>x.z)>.b, (x>y°>x.z)>.m), F^y;
acordar- sair do sono ou entrar em acordo = F ou (x^w, y^z, y.(>.w), x.(>.z), x>y.i(x^w), y>x.i(y^w), x>y.i((y>.w)>(x>.z))', y>x.i(y>.w)';
acorde- nota musical ou ordem para acordar = (F ou i) ou (x>y.i(x^y>F, (y°>F).(>y.m ou >x.s.m));

acordo- i(~entrar em acordo);
acorrentar- F;
acorrer- acudir, socorrer = x.i(y>z.m, >w>y°>z.m)>(x°^y.m)>x>w;
acossar- machucar ou perseguir = F ou (y^>x.m, (x>/l.x)>(y>/l.y), /l.(x,y)>y>x.m;
acostumado- .x°>y.s, 'y.i(.x, x);
acostumar- >x.iy ou >/x.y>x.iy;
açougue- /l, /l.x>x.m, y^/l>(x.m, y.b, F);
acovardar- >x.i(y.(>x.m))>x.s.m;
acre- F ou /l;
acreditado- z, x>y.i(z, x.i(.z))>y.i(.z) ou >.[F];

acreditar- x>y.i(z, x.i(.z))>y.i(.z) ou >.[F]
acrescentar- >.~acréscimo;
acrescer- >.~acréscimo;
acréscimo- z, (x>y'.z ou x>y.[z] ou x>_y maior do que p);
acrimônia- >.s.m ou >.i.m ou F;
acrobacia- F;
acrobata- x, x>.F>x.[y], x^.[y];
acromático- F;
acróstico- i;
acuar- >(/l.x, x°.(>/l.x)) ou >x°.(>x°.m);
açúcar- F;

açucarado- .~açúcar, _açúcar maior do que p;
açucareiro- x, x.~açúcar, .x>.(>y.~açúcar); 
açucena- F;
açude- x, y^/x.F, .x>(y.F);
acudir- x.i(y.m), x°^y.m, x.i(x>z>y°.m), x>z; 
acuidade- x.(>y), _(x.(>y)) maior do que p;
açular- x>y.(^>z.m);
acumulador- x, x>x.[F], (xº.[y])>x^.[y];
acumular- x>x.[F], x^_[F'] maior do que _[F], (xº.[y])>x^.[y];
acurado- '(x^>.y), (x°^(z°=y), x>.y ou x>_(y.>z) maior do que p;
 
acurar- >y no caso acima ou >_(y.>z) maior do que p;
acusado- y, x>.i('y>m);
acusar- >.i(x>m);
acusativo- relativo a ~acusar ou (palavra no caso acusativo "quem sofre a ação", isto significa dizer que ela cumpre a função de objeto direto, exemplo: construiu a casa - aqui a palavra "casa" está no caso acusativo. Mais genericamente temos x>y, y está no acusativo); 
acústica- F ou i;
adaga- F, .x>.(>y), 'z>x, z^(.x)>z.(>y);
adágio- ditado popular com fundo moral = ix, y.ix, #y maior do que p, ix.b;
adaptar- >x.iy ou >/y.x>x.iy ou >x.(>/y.x ou >z);
adega- F;
adejar- voar = F;

adelgaçar- F, >_x menor do que p;
ademais- .ix, (ademais y = >.i(y, y°=x)); 
adendo- ~ademais, F;
adensar- F, >_x maior do que p; 
adentar- F;
adentrar- x>/l.x;
adepto- x, x.~adesão;
adequado- (>x)°>.m, (>x)º>.s.m; 
adereçar- x^(.z>.s.b) ou x.i(.z>.s.b), x>y.z;
aderência- F, _x;
aderir- >.~adesão;
adernar- F;
adesão- x>y.i(x^i(y^z ou y°^z) e k^z), y>x.i(y^z);

adesivo- x, (y.x)>(y.>F);
adestramento- >x.i(>y), >x°.^;
adestrar- >.~adestramento;
adeus- x>y.i(/y°.x');
adiado- y, .i(.y'), x>.i(º.y', .y'');
adiantado- x, /~adiante.x ou (y^(x>z, (_x>z)=p) e _x>z menor do que p);
adiantamento- x.i((x>y)>(x'.[z])), >x.[z];
adiantar- >/~adiante.x ou y^(x>z, (_x>z)=p) e x>(_x>z) menor do que p);
adiante- /x' ou /y, dxy maior do que p;
adiar- .i(.y'), x>.i(°.y', .y''); 
adição- i, x+y=#(xy), mais especificamente:
| = Unidade identificada por um traço;
||.2.|| = ||.2 e 2.||  (|| = | e |);
|||.3.||| (||| tem 3 e 3 tem |||); (...)
(|.x)>x.| (Por definição a unidade é indivisível para os números naturais).
As operações aritméticas podem se derivar a partir da TNL da seguinte forma:
Soma: a+b = °(0.b.0)>(a.| b°.|)
Se b não é zero, então faça a ter | e b não ter |”.;

adicional- (.x, >.y, y°=x) ou (x.[y], >x.[z], [z]º=[y]); 
adicionar- >.~adição ou >x.y;
adido- y ou [z] no caso ~adicional ou (x, /l°.x, >/l.x);
adimplente- x, '(x>y.i(x>y.[z])'), (x>y.[z])';
adiposo- tem gordura excessiva ou tem gordura = (.x, _x maior do que p) ou .x;
adir- >.~adido;
aditamento- i(>~adição ou >.~adido) ou (.ix, >.iy, ix°=iy);
aditar- >~adição ou >.~adido;
adivinhar- x>.iy', .y';
adivinho- x no caso acima;
adjacência- vizinhança, proximidade = adjacência de x = /y, /y./x, dxy menor do que p;

adjacente- x, /~adjacência.x;
adjetivar- x é musculoso = x.músculos e _músculos maior do que p = >.i(x.y), >.iy;
adjetivo- y no caso acima;
adjudicar- decisão judicial sobre posse =  k.i(k.[z]), y.i(y.[z]), x>.i(y.[z], k°.[z]);
adjunto- unido, próximo ou quem auxilia = (x, dxy menor do que p) ou (x, (xy)>z);
adjutório- i(~ajuda);
administrar- x>y>(x.[F]) ou x>y>.b ou x>(y>z); 
admirado- y, (x.iy)>x.s.b;
admirar- (x.iy)>x.s.b; 
admirável- y, ((x.iy)>x.s.b).b;
admissível- y, (x>y)°>(z.s.m ou z^°y);

admitir- (x>y)°>(z.s.m ou z^°y);
admoestar- avisar = x>y.i((y>z)>(y'.m));
adoçar- >.F;
adoecer- x>y.F, F.m;
adoentado- y no caso acima;
adoentar- = ~adoecer;
adolescência- x, _x maior ou igual a 12 anos e menor do que 18 anos;
adolescente- x no caso acima;
adorar- x>.i(y>x.s.b, y.b, y>.b), x.i((x>z)>(y.s.b))>x>z;
adorável- y no caso acima;

adormecer- F;
adornar- >.~adorno;
adorno- y, x.y>.s.b, z.i(x.y)>(z.s.b ou z.i(x.b));
adotar- '(x>.y, x>y.b), x°>y.b, z>y.b ou ~usar ou ~.i(.x);
adotivo- filho adotivo = y no caso acima;
adquirir- x>x.[y];
adrede- de propósito, de caso pensado = x.i(>y>z), x^z, x>y;
adstringência- F;
adstringente- >.~adstringência;
aduana- /l, (/l.F, x.[F])>y>x.i(x>/l.[z]>x.(>/l°.F) ou x.(>/l°.F));
aduaneiro- y no caso acima;

adubar- >.adubo;
adubo- F;
adular- x>.i(y.b, y>.b, y>x.s.b) e _(x>.i(y.b, y>.b, y>x.s.b)) maior do que p;
adulterar- x>y.iz, °z;
adultério- F, x.[y], x.i((y>z.k)>(z=x), (z°=x)>.m), y>z.k, z°=x;
adulto- _x maior do que 18;
adunco- F;
aduzir- argumentar ou conduzir = >.i(.x) ou (>/l.x ou >x.i(>/l.x));
adventício- forasteiro ou inesperado = (x, /l.'x, /l°.x) ou (.i(°x'), x');
advento- .i(°x'), x';

adverbial- .~advérbio;
~advérbio;
adversário- x, x>.~adversidade;
adversidade- (x, x>_(y>z) maior do que p) ou ((y°>x)>y°>z);
adverso- .~adversidade;
advertência- i no caso abaixo;
advertir- x>y.i((y>z)>(y'.m));
advir- y advém de x =.x>.y;
advocacia- i(>y), (x>.y)>x.[F], .y>.i(z.[k] ou z°.[k]);
advogado- >.~advocacia;

advogar- >.~advocacia;
aéreo- x, /l.x, dlc maior do que p;
aerodinâmica- iF;
aeródromo- /l, '(x>./l, x^(./l>y.>z));
aerofobia- (/l.x)>x.s.m, /l no caso ~aéreo;
aerólito- meteorito = F;
aeronauta- x, x.(>/l.x), x.i(>/l.x) no caso ~aéreo;
aeroplano- F;
aeroporto- /l;
aeróstato- F;

afã- empenho = _F maior do que p ou _(^(>y)) maior do que p;
afabilidade- cortesia = x>.b, x>.ib; x>.s.b, x°>.m;
afagar- >.~afago;
afago- F, (x.F)>x.s.b;
afamado- famoso = x, #(y, y.ix) maior do que p;
afastado- dxy maior do que p;
afastar- >.~afastado;
afável- >.~afago;
afazeres- z, (x>y)>(z.y);
afecção- F, .F>.m;
afeiar- (>x.y)>(_x menor do que p);
afeição- (.x)>y.sb, y^(x.b);
afeiçoar-se = >.~afeição;
afeito- ~acostumado;
afeminado- F;
aferente- que conduz ou leva = x, x>/l.y;
aferir- >.i(x>.i(_y));
aferrar-se- F;
aferrolhar- F ou >(/l.x, x°.>(/l°.x));
aferventar- F;
afetação- >z, x^(y.s), x.i(x>z>y.s), x>z, 'x°>z;

afetado- y no caso acima;
afetar- x^(y.s), x.i(x>z>y.s), x>z, 'x°>z;
afetivo- x, x.~afeto;
afeto- s.b, F;
afetuoso- x, x>.s.b, x>.F;
afiado- F, _F menor do que p;
afiador- y, x.y>x.(>F);
afiançar- dizer com certeza ou garantir/responsabilizar-se = x>.i(y, .y) ou x>.i((y°>z)>(x>z));
afiar- >.~afiado;
aficionado- entusiasta de y = .y>x.s.b, x^(.y, x.iy);
afigurar-se = ter uma forma semelhante ou representar uma forma = (ix=iy) ou (d(ix,iy) menor do que p) ou >.i;

afilado- ~afiado ou (fino = x, _x menor do que p);
afilhada- >F>x.[y], z.i(x.[y]), x°.z; 
afilhado- >F>x.[y], z.i(x.[y]), x.z;
afiliar- x filia-se à z = x>z>(x.[>y] ou x.[y]);
afim- afinidade = (x.i(z.b), y.i(z.b)), x.i(y.i(z.b))>x.i(y.b);
a fim de- x faz y com o objetivo de z = x.i(>y>.z), x^z, x>y;
afinal- finalmente = x.i(°.y, °.'y), z>x.i(.y)>x.s; 
afinar- >.~afilado;
afincar- F;
afinco- x^>y, _((x>y), x^y) maior do que p;

afinidade- ~afim;
afirmar- x>.i(.y);
afirmativa- i(.y);
afirmativo- sim = x>y.i(x^.i(y^z ou y°^z))>y>x.i(y^z);
afivelar- F;
afixar- F;
aflição- s.m;
afligir- >.m;
aflorar- F;
afluência- F;

afluente- F;
afluir- F;
afluxo- F;
afobar- (x>y.s.m)>(y>z, _(y>z) menor do que p); 
afofar- F;
afogadiço- F;
afogadilho- y em ~afobar;
afogado- F;
afogador- x, x>.~afogado;
afogamento- (>.~afogado);

afogar- >.~afogado;
afoguear- F;
afoito- y em ~afobar;
afonia- F;
afônico- F;
afora- do lado de fora = °/l;
aforar- >afora.x;
aformosear- (>x.y, z.ix)>z.s.b;
aforrar- dar liberdade = >x.(>/l.x, >/lº.x); 
afortunado- rico ou sortudo = (x, x.[y], _[y] maior do que p) ou (_(x'.b) maior do que p);
afresco- i, .b;
afretar- ~alugar;
áfrica- /l;
afrodisíaco- >.^(>F), >.s.b;
afrontar- x^>y, z>x.i(z°^(x>y)), z.i((z>k)>x°>y), z>k;
afrouxar- F, >_x menor do que 'x;
afugentar- (x^/l°.y)>(x>(y.s.m ou y.m e y.i(/l.y>y.m)))>(y>/l°.y);
afundar- F;
afunilar- F;
agachar- F;
agarrar- F;
agasalhar- F;
agastar- ~aborrecer;
agenda- i(x');
agente- x, x>y;
agigantar- >_x maior do que p;
ágil- x, _(x>y) maior do que p;
agiota- x, y>x.i(y^y.[z])>(x>y.([z] e i((y'°>x.[z'], _z' maior do que _z)>y.m));
agir- >;
agitado- _(x>y) maior do que p;
aglomerar- _(>/l.x) maior do que p;
aglutinar- F;
agnosticismo- i(.y>(x.iy)>°.x);
agonia- s.m ou F.m;
agora- /l = um local no presente;
agosto- _F;
agourar- >.i(x');
agraciar- >x.b;
agradar- >x.s.b
agradecer- '(x.y), z>x.i('(x.y)>(z.s.b ou z.b); 
agrado- (x^y.s.b, x.i((>y.[z])>y.s.b)>x>y.[z]);
agrário- F, iF;
agravar- y.m, x>_m' maior do que m;
agredir- x^(y.m), x.i((>.F)>y.m), x>F; 
agregar- >/l.x ou >x.y;
agremiação- /l, x.[y]>x.[/l];
agrupar- (x.y, /lº.y)>/l.y;
aguardar- (/l°.x)>y>/l.y;

aguçar- F ou >_x maior do que _'x ou >.^(.i);
aguentar- F ou x>y.m, y°>(x°>y.m);
aguerrido- x.i((/l.x).(>x.m))°>x.s.m;
ah- s.m;
ai- s;
aí- f>r.i(/r.x);
ainda- .'y, .y, '(x.i(°.y)), _ '(x.i(°.y)) maior do que p;
ajeitar- x>y.b ou x>(y.(>z), _y(.>z) maior do que p);
ajoelhar- F, x>F>y.i(x.i(y.(>x.b ou>x.m)));
ajudar- x>y, z^>x.b ou z^(_>y menor do que p), z.i(>k>(_>y menor do que p))>z>k;
ajuizar- >.i(x.b ou x.m);
ajuntar- ~agrupar;
ajuramentar- >x>.i(x'>y);
ajustar- ~ajeitar;
ala- F;
alardear- (x^z.(ix.b))>x>.iy, _(iy) maior do que _y; 
alargar- >dx'y' maior do que dxy;
alarido- clamor = ~pessoas>.i(.m);
alarmar- >.ix, _ix maior do que _x, ix>.s.m;
alastrar- (/lº.y, yº.x, x~c)>y.x;
albergue- /l, '(x>./l), x^(/l.y>y.[z]);
álbum- i;
alçada- /l, (/l.y>(x.>z)) ou k, (k.y>(x.>z));
alçar- F;
alcaguetar- x>.i('y>m);
alcançar- (x>dxy menor do que p, y>/y'°=/y) ou (x>/y.x, y>/y'°=/y) ;
alcance- /l, (/l.y>(x.>z)) ou (k=x', º.k');
alcoólatra- x.^F, _(x>x.F e ^x.F) maior do que p;
alcovitar- x^(y>z.F, z>y.F), x.i(x>w>(y>z.F, z>y.F)), x>w;
alcunha- nome de x = F e (f>/y.n)>/y.i(n e f^~atenção de x), atenção = F, s, (x presta atenção em y = x>x.iy);
aleatório- (/l.y')>x°.iy'; 
alegar- x>.i('y>m), y>.i('yº>m);
alegoria- x, .x>.iy, x°=y;
alegria- s.b;
aleluia- i(s.b);
além- além de x = (/l, /l°.x) ou (/l°=/x) ou (y após x = (°.x)'>.y);
alento- F ou x.i(y.s.m)>x^(y°.s.m), x.i((x>z)>(y°.s.m)), x>z;
alerta- x>y.i((>z)>.m);
alfanumérico- i e #;
alfabeto- i;
alfândega- /l, /l.y, (x^(>/l°.y, x.[y]))>x>/l.[w];
alfinetar- x>y.iy, iy.m, x^(i(y.s.m ou y°.s.m), y^>m);
alforria- /l.x, x°.(>/l°.x), y>x.(>/l°.x) ou y>/lº.x;
algarismo- i#;
algazarra- F, >.i, _F maior do que p;
álgebra- i; 
algema- F, .(>x°.>F);
algo- x, °Dx;
algoritmo- i;
algoz- >.m, _(>.m) maior do que p;
alguém-  F, °DF;
algum- °Dx;
algures- °D/l;
alheio- c é alheio à x = x°~c;
alhures- ~algures;
ali- f>r.i(/l, /l°=/f e /l°=/r);
aliado- x e y no caso de ~aliança;
aliança- x.i((x>z)>y>x.b, y'°>x.m), y.i((y>x.b)>x>z, x'°>y.m);
aliás = de outro modo ou além disso = 'x>.(i'y), x>.iz>(iy°=i'y);
álibi- x>.i('y>.m)>y>.iz, .iz>.i(°i('y>.m));
alicerce- F ou °.x>°.y;
aliciar- >(x>.m);
alienação- >x°.[y];
alienado- (x.iy)>(iy.iz, °.z); 
alienígena- F;
aligeirar- F, >(_>x) maior do que p;
alijar- fazer ter menos peso = >_x menor do que p;
alimentação- F;
alinhar- F;
alíquota- [x], [y].[x]°.[y] ou [y] maior do que [x];
alisar- F, ou >F>.s.b; 
alistar- >.i(x.>(y'>z));
aliviar- diminuir o peso ou a dificuldade = (>_F menor do que _'F ) ou (>_dificuldade menor do que _'dificuldade). Dificuldade para fazer x = _>x maior do que p;
alma - >(~pessoa°.F)>pessoa'=alma;
almanaque- F, i;
almejar- ^, _^maior do que p;
almoço- F, _>F=meio dia;
alô- f>r.i(f^.(r>f.i));
alocar- (/l~c)>x>/l.y ou >.i(x'.[y]);
alocução - i, _i menor do que p;
alojar- >/l.x;
alongamento- F, >_x maior do que _'x;
alquebrar- F ou >.s.m;
alqueire- _F;
alta- alta médica ou altura = (x°.m)>y.(/l°.x) ou _x maior do que p;
altaneiro- orgulhoso = x.i(x.b, _b maior do que p), _b menor do que p;
altar- F, .iF>.b;
alterar- >(x'°='x);
altercar- discutir, polemizar = f>r.(i(.x), s.m)>r>f.(i(°.x), s.m);
alternar- x~c>x'°~c;
alternativa- >z, x.(>y ou >z);
alto- _x maior do que p;
altruísmo- x.i(y.m)>(x.s.m)>(x>z), x.i((x>z)>(y°.m ou _m menor do que _'m));
alucinação- ix, °.x;
aludir- referir-se = >.ix;
alugar- (x>y.[z])>(y>x.[>/l.x]);
aluno- x, >x.i;
alusão- x^(>.iy), x.i(>z>.iy), x>z;
alvará- autorização - x, .x>y.[>z];
alvejar- F;
alvissarar- >.i(x'.b);
alvitrar- ~aconselhar ou (sugerir, opinar = x>y.i(y>z>.b ou z.b);
alvo - 'x>.F, x^(.F>y^(>F.z));
alvoroçar- F, s, _F e _s maiores do que p;
amador- x>y, _(x.i(>y)) menor do que p;

amadurecer- F;
âmago- x, y.x, x°.F;
amaldiçoar- x>.i(x^(y'.m));
amanhã- x';
amansar- >°.s.m;
amar- >.s.b;
amarelar- ~acovardar;
amargar- .s.m ou F;
ambição- .^[x], _(.^[x]) maior do que p;
ambiente- /l;
ambiguidade- .ix>.iy>.ix e ix°=iy;
âmbito- âmbito de x = /l, /l.x;
ambos- x e y;
ameaça- x, .x>.i(.m)';
amedrontar- x>i.y(x'>y.m)>y.s.m;
amém- x>y.i(.z'); x>.i(x^z');
amenizar- >_m' menor do que _'m;
ameno- º>.m ou >.s.b;
amesquinhar- x.[y], #[y] maior do que p, (x°=z, [y].w)>x°^(>z.w);
amestrar- >x.iy, _iy maior do que p;
amigo- x>y.b, x^y.b;
amigo da onça- x, y.i(x>y.b, x^y.b), °(x>y.b, x^y.b);
amizeração- x.i(y.m)>x.s.m;
amiúde- frequente = _(.x) maior do que p;
amnésia- 'x.iy, x'°.iy;
amo- x.[/l], x.[>y>z];
amofinar - amolar = >.s.m;
amolar- F;
amoldar- F;
amolecer- F;
amontoar- >/l.F, #F maior do que p;
amor- s.b;
amoral- °b e °m;
amordaçar- F, >x°.(>/l°.x);
amorfo- F;
amornar- F;
amorpróprio- x.^x.b, x.i(x.b);
amortecer- F;
amortização- (x>y.[z])'>(x.[k])', x>y.[q], z.q;
amostra- x, x~c;
amotinar- (x^y)>(z>/l.x, x>.i(x^y, (°.y)>/l.x));
amparar- x.m, yº^(x.m), y.i((y>z)>(x°.m ou x.m' e _m menor do que _m'));
ampliado- >_/l ou _x maior do que p;
amplo- _/l ou _x maior do que p;
amputar- F;
amuleto- F, x.i((x.[F])>x'.b);
anacronismo- >.i('x~c), °('x~c);
analfabeto- °.i(~alfabeto);
analisar- x>x.iy;
analogia- x.i(y~c)>x>.i(z~c ou z°~c);
anarquia- (/l.x, x^>.m)>x.(>m);
anátema- >/l°.x, >i(y.m ou y>m e _m maior do que p);
ancestral- 'x, '(x>.y);
ancião- ~pessoa, _pessoa maior do que p;
andamento- _>x;
andar- F;
anedota- ix, (.ix)>.s.b;
anexar- >/l.x ou >x.[y] ou >(ix).y;
anfitrião- x.[/l], x>/l.y, x>y.b;
angariar- x^y, y;
ângulo- F;
angústia- s.m, i(.m')>.s.m;
animação- s.b>.F;
ânimo- s.m, .^;
aniquilar- >x.m, _m maior do que p;
anistia- ('x>m)>(~pessoas.[>x.m]), pessoas>.i(pessoas'°>x.m);
aniversário- .365 ~dias >.F>.s.b;
ano- F, 365 ~dias;
anônimo- °D(~pessoa);
anormal- x~c, #(z, z~c) menor do que p;
anotar- >F.i;
ansiar- ^x, _^x maior do que p;
antagônico- x~c, y~k, k=°c;
antecedente- x, 'x~c, y~c, 'y°~c;
antecipar- .i(.y'), x>.y; 
anteontem- _d('xx) maior do que  24 horas e menor do que 40 horas;
anteparar- parar repentinamente = F;
antepassado- 'x, 'x>.y, d('x,y) maior do que p;
antepenúltimo- xn-2, x1, x2,...,xn;
anterior- (x, xy) ou (.'x e °.'y)
antes- 'x;
antever- 'x.iy;
anti- x contrário à y - x°^(.y) ou x.i(y.m ou y>.m) ou x>°.y; 
antídoto- x>.m, y>(x°>.m);
antigo- d('x,y) maior do que p;
antinomia- paradoxo (x, ºx);
antipatia- ix>.s.m;
antiquado-  x é antiquado para >y = .z, _(z>y) menor do que _(x>y);
antiquíssimo- '~antigo;
antisocial- /l.(x, ~pessoas)>(x.s.m, x^/l°.x);
antítese- contraste nítido = x~c, y°~c;
antônimo- °ix ou °x;
antro- /l.m ou /l.x>(x>m ou x.>m);
anual- .F>.x;
anuência- aprovação= x>y.i(x^.i(y^x>z ou y°^x>z)) ou x>y.i(x^>z, x^.i(x'>z>(y.s.b ou y.s.m));
anular- (x~c, >x°~c) ou (.i(.x'), >.i(°.x'));
anunciar- >.i;
anúncio- f>r.i((r>f.[z])>r.[k]);
ao- (x vai ao l) ou (x destinado ao y) = (x>/l.x) ou (>y.[x]);
aonde- f>r.i(f^i/x, (/x.>));
apagar- >°.;
apaixonar- >.s.b;
apalavrar- x>y.i(x'>z, x>.i.b);
apanhar- (levar surra) ou pegar = F, s, m;
aparar- F, >_x' menor do que _'x;
aparato- F, ~aparelho;
aparecer- /l.x, (y>/l.y)>x.i(/l.y);
aparelho- z, 'x^(y.z>(y.>k)), x>.z;
aparência- F, i;
aparente- x.i(y~c), x°.i(.y~c);
aparição- x em ~aparecer, x°=~pessoa;
apartar- ~afastar ou (separar briga = x>y.m, y>x.m, z>(x°>y.m, y°>x.m)); 
aparte- x>.iy, x>.iz, z°=y;
aparvalhado- x, x.i, _i menor do que p;
apático- x°.s;
apavorar- x.i(y.(>x.m))>x.s.m, _m maior do que p;
apaziguar- ~apartar ou x^>y.m, y^>x.m, z>(x°^>y.m, y°^>x.m));
apegar-se - F ou ix>y.s.b;
apelar- x.i(y>z.s.b), x^z>k, x>i(y>z.s.b)>z>k;
apelido- apelido de x = F e (f>/l.a)>/l.i(a e f^~atenção de x e _a menor do que _~nome);
apenas- apenas x~c = (x°=y)>(y°~c);
apequenar- >_x menor do que _'x;
aperfeiçoar- x.(>y), >_(x.(>y))' maior do que _(x.(>y));
apertar- F, >_x menor do que _'x;
aperto- x°.[y]>x.m;
apesar de- x acontece apesar de y = .x, .i(.y>°.x), .y;
ápice- F;
apiedar-se- x.i(y.m)>x>(y°.m ou x>_m' menor do que m) ou x.i('y>m)>x.[>y.m], x°>y.m;
aplacar- x^>m, y>x°^>m;
aplaudir- F, >.F>.i(x>.s.b);
aplicado- dedicado = x>y, _(x^>y) maior do que p;
aplicar- x>y>z ou >. ou x>(x,y)>z;
apócrifo- ix, °x;
apoderar-se - x>x.[y];
apogeu- F, (_F' ou _'F maior do que _F)>°.(F','F);
apoiar- x.i(y>z ou y^>z ou w>y.s.b)>x>y.i(y>z>x.s.b ou y^>z>x.s.b ou w>y.s.b>x.s.b);
apoiar2 = ~ajudar;  
apólice- i((>x°.[y])>w>x.[z]);
apologia- x>.i(y.b, ou y>b);
apontar- F ou >.i(x~c);
apoquentar- >.s.m;
aporrinhar- >.s.m;
após- y após x = (°.x)'>.y; 
após2- x está além de y em relação a z = d(zx) maior do que a d(zy);
aposentar-  '((x>y)>(x.[F]), x^.[F]), (_(x>y) maior ou igual n)>(°((x>y)>(x.[F]), x^.[F])', x'.[F]);
apossar- x>x.[y];
aposta- x>.i(.z', °.z'>x>y.[w]), y>.i(°.z', .z'>y>x.[w]);
apostasia- ('x.i(.y)>x.s.b), x.i(°.y);
aposto- explicação, informação a mais sobre x = ic, x~c;
a posteriori- ix, F>.ix;
apoteose- F.b, _b maior do que p;
apreciar- x aprecia y = /l.(x,y)>x.s.b ou x.i(y~c, c.b);
apreender = prender = >(/l.x, x°.(>/l°.x));
apreensivo = ansioso = x, x.i(.m')>x.s.m;
apregoar- x>.i(.y), _(x>.i(.y)) maior do que p;
aprender- >x.iy;
apresentar- apresentar x para y = >x.iy ou >x.i(y~c);
apressar- >(_(>.x) menor do que _(>.'x));
aprimorar- ~aperfeiçoar;
a priori - °(~a posteriori);
aprisionar- F, ~apreender;
aprofundar- F ou (x.iy, x>_iy' maior do que _iy);
aprontar- >.m, _m menor do que p;
aprontar2- aprontar x para >y = >x.(>y);
apropriação- x.[y], (z>z.[y])>x.m, z>z.[y];
apropriado- ~adequado;
apropriar- ~adaptar, >.~adequado;
aprovar- ~aceitar;
aproveitador- x, y.[F], y>x.b, x°>y.b, (y>x.b)>(_[F'] menor do que _F);
aproveitar- x>y.b, y°>(x>y°.b);
aprovisionar- ~abastecer;
aproximar- >d(xy) menor do que 'd(xy);
apto- apto a fazer algo = x.(>y);
apurar- >.i(.x ou °.x) ou >.s.m ou ~aperfeiçoar; 
apuro- .m ou .x, x.(>y.m);
aquele = f.Dx, f>r.i(Dx, /x °= /f, /x °= /r);
aquém- x está aquém de >y ou de y = x°.(>y) ou (x~c, y~k, _c menor do que _k);
aqui- f>r.i(/f.x);
aquiescer- >.~anuência;
aquietar- ~acalmar ou F;
aquilo = f.Dx, f>r.i(Dx, /x °= /f, /x °= /r, x°.>);
aquisição- i(>x.[y]);
arauto- mensageiro = x>.i;
arbitrar- julgar = x>.i(y.m ou y.b), x>.i(y.m)>y.z, y.z>y.m;
arbitrariedade- x>.y, x°.i(z^y ou z°^y);
arbítrio- livre arbítrio = (x.^>y, x.i((x>y1,x>y2...x>yn)>(x>y))>x.(>y1);
arcaico- d('FF) maior do que p;
arcar- (x>m)>y.(>x.m), z>y.i(z°^y>x.m, z^(y>z.m ou y.[w]);
ardil- x>y.i(/l.k>k.b), x.i(/l.k>k.m) ou x>y.i(.z>k.b), x.i(.z>k.m);
ardor- F ou s, _s maior do que p;
árduo- difícil = é difícil fazer y = (x>y)>(x>p) - p é um parâmetro que pode se referir ao tempo ou à quantidade de etapas que se deve realizar para concluir a tarefa. Podemos dizer que p = y1,y2,y3...y10 considerando 10 passos como sendo algo que já possa ser considerado difícil, se nos referirmos ao tempo temos que _(x>y) maior do que p;
área = F e _;
argúcia- _(x.(>x.i)) maior do que p;
arguir = ~argumentar;
argumentar- x^y.i(.z), x.i((y.iw)>y.(i.z)), x>y.iw;
arisco- x, (/x.y)>(x>y.m ou x.>(y.m));
aristocrata- x, x.[F], _[F] maior do que p ou (x.b, _b maior do que p);
arma- x, '(y>.x, y^(z.x>z.(>.m ou >wº^>z.m));
armação- x>y.iz, °z, (y.iz).(>z.m);
armadilha- ~ardil;
armazenar- >/l.x; 
arquitetar- x^(.y'), x>.i(z, >z>.y');
arquivar- >/l.ix;
arraigar- F ou s;
arrancar-  >x°.y, _(>x°.y) maior do que p, (>x°.y)>x.m, x°^(x°.y);
arranjar- F, >/xi.yi;
arrasar- F ou >.b ou >.m, _F maior do que p;
arrastar- F ou x>/l.y, yº^/l.y;
arrazoar- ~argumentar;
arrebanhar- (x~c)>(y>/l.x);
arrebatar- ~arrancar;
arrebentar- F ou >.b ou >.m, _F maior do que p;
arrecadar- x>.i(x^.[y]), z>x.[w], y.w;
arredar- x>/l°.x, _(x>/l°.x) maior do que p;
arredor- arredores de /l = /x, /x./l, d(xl) menor do que p;
arregaçar- ~arrebentar;
arregalar- F, _F maior do que p;
arreganhar- F, _F maior do que p ou x>F>.i(x^F');
arregimentar- ~agrupar;
arrematar- x>.i(y>z>º.w), y>z;
arremedo- imitação = (x>y)>(z>y ou z>w, w~c, y~c); 
arremessar- F, >/l.x;
arremeter- ~afrontar;
arrendar- ~alugar;
arrepender- '(x>m)>x.s.m;
arrepiar- F ou F, _F maior do que p;
arriscado- (x>y).(>.m);
arrogância = altivez = x.i(x.b1,y.b2), x>.i(b1 maior do que b2)>x.s.b;
arrojado= audacioso - x.i((x>y).(>x.m)), x>y;
arrombar- F, _F maior do que p, xº.[/l], x>(/l.y ou /l°.y);
arruaça- F, ~pessoas>F>.m;
arruinar- F, _F maior do que p, F>.m;
arrumar = ~arranjar ou ~aprontar ou (consertar = F, 'x.(>y), x°.(>y), z>x'.(>y));
arsenal- F, x.F>x.(>y), #F maior do que p;
arte- F, i, >.b;
arteiro- >.~ardil;
artesanal- F, ~pessoa>.F;
artificial- x, ~pessoa>.x;
artifício- ~ardil ou (x^y, x.i(.z>(_>.y) menor do que (_>y, °.z)), x>.z;
artigo- i ou Dx ou °Dx, os artigos podem indicar se algo é definido ou indefinido, quando tratamos de algo definido isto indica que temos conhecimento de detalhes suficientes que o delimitem, novamente temos aqui uma classe de palavras que surge da ideia do “ter”: Ela sabe que a casa é azul = Ela tem conhecimento e (conhecimento = casa tem cor azul, o endereço x tem a casa, o dono y tem a casa e etc…); Este exemplo deixa claro que o conhecimento é um conjunto de representações que estão guardadas com a pessoa. Uma bicicleta = Não se tem conhecimento de detalhes sobre a bicicleta
artilharia- F, x.F>x.(>m), #F maior do que p;
artimanha- ~artifício;
as = .Dx, #x maior do que 1;
às = y para as x = para e (.Dx, #x maior do que 1). Podemos pensar que z destina a posse de y para x = (z^(x.[y]'), .Dx, #x maior do que 1) ou que y vai para o local de x = (y>/x.y, .Dx, #x maior do que 1). A crase aparece no exemplo a seguir devido o verbo "referir" ser transitivo indireto, pois exige preposição (f se refere à x) = (f>.ix, Dx, x.[referência feita por f]) = (f>.ix, Dx, x.[F]);
ascendência- F, ascendência de x = ~'pessoas, 'pessoas>.x;
ascender- >~acima.x ou (x.b, >_b' maior do que _b); 
asco- s.m, _s maior do que p;
asilar- ~abrigar, ~amparar;
asneira- i(.x,º.y), °.x, .y, d(xy) maior do que p;
aspas- f>r.i("x")>r.i('z>.ix, z°=f);
aspecto- iF ou i;
aspereza- F ou i(x>.sm);
aspirar- F ou ^;
asqueroso- >.~asco;
assalariado- x, (x>y)>(x.[F]), x^.[F];
assaltar- x.[y], z^(z.[y]), (z>.m)>(x°.[y], z.[y]); 
assanhamento- x^y, x.i((x>y).(>x.m)), x>y;
assaz- bastante = _x maior do que p;
assear- F, >.b;
assecla- (x>.i(.y))>z.i(.y), x>z.(x^z>w)>z>w, k^z.i(x.m)>z.(xº.m);
assediar- x>y.F, yº^x>y.F;
assegurar- x>.i(.y', º.y'>x>z.[w]);
assembleia- >/l.x, #x maior do que 1, x = ~pessoa, x^y;
assemelhar- x é semelhante a y = x~c, y~c, #c maior do que p;
assenhorear- ~apoderar-se;
assentar- F;
assentir- ~aprovar;
asserção- ~afirmar;
assessorar- ~ajudar; 
asseverar- ~afirmar, _afirmar maior do que p;
assíduo- (_F=x)>y>/l.y;
assim = desta forma = descrição do modo = i(processo físico) = iF;
assimetria- x|y, xº=y, F;
assimilação- >.~assemelhar;
assinalar- >.i(x~c);
assinar- F, .F>.i(x^y ou .yº>x>.m);
assíncrono- _(>x)º=_(>y);
assintomático- x.m, °.i(x.m);
assisado- x.iy>y.b ou x>y>yº.m;
assistência- >.~ajudar;
assistir- ~ajudar ou F ou x>x.i;
assoberbado- x.i(x.b1,y.b2), x>.i(b1 maior do que b2)>x.s.b;
associação- ~assembléia ou ~agremiação;
associar- ~agrupar ou >.associação;
assolar- ~arrasar;
assombrar- x.i(y.iz>y.s.m), x>y.iz;, y.i(z.(>y.m);
assumir uma função- x^.i(y^>z ou yº^>z), y>x.i(y^>z);
assumir a responsabilidade- x>.i(x'>y, x'°>y>(x.m ou x>z.[w]));
assumir uma culpa- z^.i('x>.m ou 'xº>.m), x>z.i('x>.m);
assunção- >x.b, _b maior do que p;
assunto = a, f>r.ia;
assustador- z no caso ~assombrar;
astrologia- i(x.(>.iy')), (x°.>F);
astúcia- _(x>x.b ou x>xº.m) maior do que p;
atabalhoar- (_(x>y) menor do que p ou °.~ajustar)>.m
atacar- F ou >.m;
atalho- (x>/y.x)>(_(x>/l.x) menor do que _(x>/l.x, x°>/y.x);
atarefar- >x>y, #y maior do que p;
atazanar- >.s.m, _m menor do que p;
até- (x vale até y) ou (ir até x) = (°.y>.x) ou (>/x.). Também podemos dizer que (vale x até uma certa distância) = (x existe se a distância/medida é menor do que p). O "antes" e o "depois" também podem ser utilizados no contexto espaço-temporal, o primeiro é análogo ao até, o segundo é parecido, basta trocar a palavra "maior" pela palavra "menor": (até às 13hrs tem café) = (_tempo menor do que 13hrs >.café);
até x~c = 'y.i(x°~c), (x~c)>y.s;
atear- F;
ateísmo- i(.x>('y>.x)>°.y);

atemorizar- x.i(y.iz>y.s.m), x>y.iz;, y.i(z.(>y.m);
atenção = F, s, (x presta atenção em y) = (x>x.iy ou (y>x.iz, x^(x.iz)));
atender- (y>x.i(y^z))>x>z;
atentado- (m, _m maior do que p) ou (~pessoa>.m, _m menor do que p);
atentar- >.~atenção
atenuante- ('x>.m1)>y.[>x.m2], i(x~c ou 'x>z)>_m2' menor do que m2;
atenuar- ~abrandar ou ~amenizar
aterrorizar- ~atemorizar, _m maior do que p;
ater-se- F ou (x.i(y>x.b, y°^x.m)) ou ~aproximar;
atestado- i(/'l.x);
atiçar- F ou >(x^>m);
atingir- ~alcançar, F ou >/l.x>.m ou (x^.y), x>.y;
atípico-  (_.x ou #x) menor do que p;
atirado- x, x>.~assanhamento;
atirar- F, >/l.x;
atitude- x.i(.y>.b), x>.y;
ativar- >x> ou >(_x>y)' maior do que _'(x>y); 
atividade- i(x>y);
ativismo- i(>.~atitude>.b);
ato- i(x>y);
à toa- x°^>(y ou F);
atochar- F ou ~abarrotar;
atolar- F ou (>x.m, _m maior do que p ou x°.(>x°.m)) ou x>x.m, _m maior do que p; 
átomo- F, x.y>y.x "definição clássica";
atônito- x.i(º.y'), .y'>x'.s, _s maior do que p;
atordoar- F>.m ou >s.m ou >x°.i(/x, x); 
atormentar- >.m ou >.s.m;
atraiçoar- x>y.i(x^y.b, x'°>y.m), x'>y.m;
atrair- x>y^(/l.y ou F) ou >.~atenção;
atrapalhar- x>y, z>(x>y).m ou z>(_(x>y)' menor do que _(x>y));
atrás- 1 está (trás,atrás) de 2 = *21 "*é o observador";
atrasar- .i(.x'), °.x', .x'';
atravancar- F ou (x~c)>/l.x, #x maior do que p;
através1- x passa através de l para chegar em y = (x>/y.x)>('x>/l.x);
através2 = x faz y por meio de z = (x°.(>y))>x>(xz)>y, 
atravessar- ~através1;
atrelar- F, (/y°.x)>x>/y.x, ~agrupar;
atrevido- x,x>.~assanhamento;
atribuir- >.i('x>y);
atribulação- ~adversidade;
atributo- x, x~c, ~adjetivo;
atrocidade- m, _m maior do que p;
atropelar- F, F>.m;
atual- x' ou 'x, (d(x',y) ou d('x,y)) menor do que p;
atualizar- >x~c, c=~atual;
atuar- ~agir; 
atuária- i(x.i((x>y.[z], x.m)>y'>x'.[w]);
atulhar- (x~c)>/l.x, #x maior do que p ou ~atrapalhar;
aturar- x>y.m, y°>(x°>y.m);
aturdido- x, x>~atordoar, ~atônito;
audácia- c, ~atrevido~c;
audiência- F, ~pessoas, >~pessoas.i; 
auditoria- >.i((x>x.[y]).m ou (x>x.[y])°.m);
auferir- x>x.[y] ou .;
auge- ~ápice ou x.m, (x'.m', _(m') maior do que _(m))>°.m';
augurar- ~agourar;
augusto- x.b, _b maior do que p;
aula- F, F>.i;
aumentar- >_x' maior do que _x; 
aumentativo- (>.i_x menor do que p) ou >.i(x>y.(s.b ou s.m));
ausência- /l°.x;
auspício- ~agouro ou (promessa=x>y.i((x'.b)>x>z));
austero- x, x°>.s.b, (y>m, y>.~arrepender)>x>(y.m);
autarquia- x.~pessoas, x./l.~pessoas, x.(>y), x.[>y, F];
autenticar- atestar = >.i(.x);
auto (prefixo)- x é auto y = x.(>y) "por exemplo: automóvel = x.(>F);
autocracia- "~autarquia=a", .x, a.x, a.(>y, [>y, F])>x.(>y, [>y, F]);
autodefesa- (x>y, y.(>z.m))>(z>x°>y ou z>x.m);
automático- x>y automaticamente quando z = .z>(x>y);
autonomia- x tem autonomia para fazer y = x.(>y), (x>y)°>(x.m), (x^>y)>x>y;
autor- x, x>.i;
autoridade- (x^y)>x.(>z>y);
autoritário- (x^y)>x.(>z>y), (x.i(z°^>y ou (z'>y)>z'.m), x^y)>x>(z>y);
autorizar- x>y.i(x^>z, x^.i(y^x>z ou y°^x>z)); 
autosuficiente - x, x.~autonomia;
autuar- >x.i('x>m>(x°.[y] ou x.m));
auxiliar- ~ajudar;
avacalhar- >.i(x.m, _m maior do que p);
aval- w>.i(x'>y.[z], (x'°>y.[z])>w>y.[z]) ou ~apoiar;
avaliar- x~c, y>.i(_c);
avançado- ~adiantado ou ~adiante ou x.i, _i maior do que p;
avançar- x>/~adiante.x;
avantajado- _F maior do que p;
avante- ~adiante;
avarento- x.[y], _[y] maior do que p, z>x.i(z^z.[w], [y].w), x°>z.[w];
avaria- m, F.m;
avaro- x em ~avarento;
avassalador- x, x>.(m ou b), _(m ou b) maior do que p;
avassalar- (x^z)>x>(y>z), (y°^>z)>(x>y.m);
avatar- x.~alma, 'y.~alma, x°=y;
ave- x, x~(~assustador) ou f>r.i(/f.r>f.s.b);
aventura- x>y.(>x.m), x>y>(x.s.b);
averbar- >ix.iy;
averiguar- x>x.i(.y ou °.y);
aversão- (.x ou y.ix)>y.s.m;
avessas- x>y, z>°y;
avesso- F ou x^y.m ou (x^>y, z°^(x>y), z>x.i(z°^(x>y)));
avidez- x^y, _(x^y) maior do que p;
aviltar- >_ix menor do que p ou (>.i(x.m))ou (>_[x] menor do que p); 
avir- ~ajustar ou ~acomodar;
avisar- >.i(.x');
avistar- F, x>x.iF;
avivar- F, >x.(>y);
avizinhar x a y - >d(/x/y) menor do que p;
avo- b maior do que 10 no caso na divisão: este é um processo semelhante à subtração, pois consiste na retirada de uma quantia de um todo e sua distribuição equitativa entre as partes, então podemos fazer “a” dividido por “b” da seguinte forma:
>0.j.0 >j.b (0°.a 0°.j)>(a°.| bj.| j°.|)
(0°.a 0.j.0)>(j.b)>(0°.a 0°.j)>(a°.| bj.| j°.|)
avoado- x, x°.~atenção;
avocar- ~atrair ou ~atribuir-se;
avolumar- F, ~aumentar;
à vontade- /l.x>(x.s.b, x^y>x>y);
avulso- y em ~arrancar ou x, i.x;
avultar- ~avolumar ou ~atingir;
axial- x, d(xy)=z, _z'=_z=_z', /y.x/;
axioma- ix, .x;
azar- #(x.m) ou _(>x.m) maior do que p;
aziago- x, x>.i(.m');
azucrinar- >.s.m;