Um exemplo de argumento:
p = Deus existe; q = não existe o mal.
p->q?
Usaram a contrapositiva
~q->~p = (não q implica não p) como uma estratégia, pois ela equivale à implicação direta. Ou seja: existe o mal, logo não existe Deus. O problema é que estas fórmulas são equivalentes: (p-q)<->(~q->~p). Portanto, ao utilizar a contrapositiva, acaba-se por recair na implicação direta. Resumindo: a questão restringe-se à definição de mal, pois se ele não pode ser definido ou se for apenas uma sensação típica de mamíferos, então q deveria ser reescrito. Outra possibilidade seria argumentar que existe o bem, logo Deus existe.